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Projeto Chá Poético Rotário Luso-Brasileiro é uma iniciativa conjunta dos clubes de Rotary das cidades de Engenheiro Paulo de Frontin, no estado do Rio de Janeiro, Brasil, Mafra e Torres Vedras, em Portugal, e Pontal, no estado de São Paulo, Brasil. Esse projeto demonstra o poder do Rotary em promover o intercâmbio cultural e a compreensão mútua entre os países.
O Colégio e Curso Zero Hum, reconhecendo a importância desse projeto, decidiu prestar uma homenagem a essa iniciativa e realizar um trabalho na grade disciplinar com mesmo tema do Chá poético Rotário Luso-Brasileiro do mês de junho de 2023. O Colégio abraçou a oportunidade de trabalhar esse intercâmbio cultural com seus alunos, permitindo que eles se envolvam em atividades enriquecedoras relacionadas às festas populares do Brasil e de Portugal.
O Colégio Zero Hum, ao abraçar o Projeto Chá Poético Rotário Luso-Brasileiro, demonstra seu compromisso em oferecer uma educação enriquecedora e enriquecedora aos seus alunos. Ao defender e incentivar a troca cultural, a escola contribui para a formação de cidadãos mais conscientes, abertos e conectados com o mundo.
Esse tipo de iniciativa mostra como a educação pode ser uma ferramenta poderosa para unir as pessoas, promover a paz e a cooperação internacional, e fortalecer os laços entre as nações. O Colégio e Curso Zero Hum, em parceria com os clubes de Rotary envolvidos, está exercendo um papel significativo nesse processo e inspirando outras instituições educacionais a seguirem o mesmo caminho.
Agradecemos ao Colégio Zero Hum com seus mais de 9000 alunos em suas 34 unidades pela iniciativa e pela homenagem.
Projeto ver para Aprender do nosso clube, que se juntou ao Programa Saúde na Escola da Prefeitura de Três Rios na entrega de óculos para crianças e jovens da rede pública de ensino.
Hoje 50 crianças reeberam óculos e começaram a ver o mundo melhor.
No dia 19 de julho o Presidente Marcello Deodoro e a Ca Eliane Garcia estiveram presentes em uma roda de conversa no Conselho Distrital de Saúde onde foi discutido o Tema: 33 anos do ECA – Avanços e Saúde Mental – Cuidar para não adoecer – Como estão nossas crianças e adolescentes?
Intercâmbio, como contar sobre essa experiência? Vivi tantos momentos e situações, sorri, chorei, perdi, ganhei, fiz amigos, amei, na verdade não deixei de amar e é isso que me traz até aqui.
Como tudo na vida foi necessário vontade para essa viagem acontecer, e aqui estou eu cheia de vontade de ter mais, de fazer todo esse caminho de novo, mas como não posso o transformo em memórias. Durante esse ano eu tentava de todas as formas manter essas memórias para mim, guardá-las para sempre, para que eu pudesse ter esse universo de acontecimentos para o resto da minha vida, mas não é assim que as memórias funcionam. Com o tempo elas se tornam turvas e nossa mente as preenche com cores formando assim uma bela figura abstrata do passado e assim deve ser, lembrarei deste ano como o retrato mais colorido, lindo e inconsistente que eu poderia ter.
Todos nós quando nascemos somos folhas em branco e cada pessoa que passa deixa um traço ou rabisco e nós deixamos o nosso. Quando fui eu era somente marcada pela minha família e amigos mas agora o mundo me deixou mais colorida com traços que formam todo o meu ser, mas não se engane pois ainda não estou completa, olhe mais de perto e verá que essas marcas só formam mais infinitas folhas em branco. E esse infinito não significa o nada, na verdade ele é o vazio, é a distância entre as estrelas, o espaço entre os átomos, é quando tentamos o preencher que tudo se move. Ele foi o meu melhor amigo durante esse tempo, pois é nele que encontramos nossa verdadeira alma, e assim descobri muito mais sobre mim mesma do que jamais poderia imaginar.
Mas o intercâmbio não é somente sobre sua essência, é também sobre a responsabilidade de fazer a própria vida de forma diversa. Não foi fácil entender como as pessoas reagem a como você se porta na presença delas, e leva um tempo até entendermos como nossos atos não afetam somente a nós. Tudo que fazemos terá uma resposta seja do universo, da vida ou das pessoas, então nunca é demais ter o cuidado com cada ação e reação, cada coisa dita e feita, perguntada e respondida, amada e odiada pois existe somente uma primeira vez para tudo mas existem inúmeras últimas vezes. Como o primeiro beijo de quando cheguei lá aos milhões de últimos quando vim, o primeiro adeus de quando parti e os inúmeros últimos de quando voltei.
Houve brigas e discussões, e como eu sempre digo “é a vida ne”, não foi nada que eu não pudesse controlar pois descobri que sou bem mais forte do que pensava. Tudo que aconteceu foi necessário para transformar minha visão e fazer meu âmago se renovar e ter de volta tudo de bom que habitava em mim antes de tudo se desfazer. Agora eu vejo tudo em cores e também os tons de cinza, e entendo que toda essa brincadeira de faz de conta vale a pena. Eu apostei tudo que tinha e ganhei o melhor presente, a vida, de uma forma que ninguém nunca viverá, pois ela foi minha, do jeito que o destino escolheu que seria, escrito em letras douradas esperando a serem cumpridas da forma mais bela e fluente.
Conheci pessoas incríveis e outras nem tanto assim, fui a festas e me diverti muito com meus amigos, descobri que pessoas podem ser realmente más e mesmo assim ainda vale a pena conhecê-las, para saber como o mundo se comporta é necessário viver os dois lados da moeda. Também tive que dizer adeus, e por mais que não seja para sempre ainda dói, pois agora temos nossas próprias vidas tentando descobrir o que fazer com esse pouco tempo no universo, para que não seja desperdiçado. Quando me dei conta de que eu não teria mais aquelas pessoas da mesma forma, quis fugir o mais longe possível, escapar do futuro certeiro que viria consequentemente. Mas não dá para correr, aceitar o fato de que um dia isso vai acabar é parte do processo e é esse ciclo que forma a vida.
Se eu fosse mostrar todas as fotos, contar todas as histórias, demonstrar cada detalhe, passaríamos a eternidade aqui, nessa mesma apresentação e mesmo assim eu não seria capaz de dizer tudo que esse ano foi. O universo em uma viagem, uma vida em um ano, todo conhecimento em uma mente, toda experiência em um corpo, mas ainda há mais… para viver, aprender, desejar, entender, procurar, conhecer, e me pergunto, como existe mais a se fazer? Se pude saborear esse infinito de saber e agora fico sabendo que nunca saberei de tudo e sempre haverá mais nesse mundo vasto que terá a minha admiração pois continuo teimando em ver beleza em tudo.
Nessa situação as vezes a gente quebra a cara, mas isso é parte de aprender que nem tudo é tudo mas que com certeza conseguimos fazer algo que é melhor que nada e que é muito melhor do que a gente esperava. Somos humanos e cometemos erros, mas nossa maior qualidade é aprender a se adaptar e fazer o melhor que podemos com os recursos oferecidos. Se a vida te dá um limão, faça uma limonada ou uma caipirinha e tudo ficará bem no final. Não importa o que os outros digam sobre o que você deve fazer, eu também tive vários narigudos se metendo nos meus assuntos, mas no final a escolha foi minha, ninguém disse que seria fácil ou que eu não iria me arrepender às vezes, só cabe a mim dizer se valeu a pena.
Maria Eduarda P. Siqueira
Intercâmbista 2022_23
O Dia Nacional da Caridade foi instituído a 19 de julho através da Lei nº 5.063, sancionada pelo Congresso Nacional em 4 de julho de 1966.
Conforme sua redação oficial, a lei estabelece a data no Brasil “com a finalidade de difundir e incentivar a prática da solidariedade e do bom entendimento entre os homens”.
Após 53 anos de promulgação desta lei brasileira e de mais de dois milênios de revelação da Lei de Amor, trazida por Jesus Cristo, a reflexão que se propõe é quanto ao real exercício da caridade no dia a dia das pessoas.
O apóstolo Paulo, no 13º capítulo de sua primeira epístola aos Coríntios, assim descreve como devemos enxergar – e exercitar – a caridade:
“1. Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
“2. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.
“3. Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!
“4. A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.
“5. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.
“6. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.
“7. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
“8. A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.
“9. A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.
“10. Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
“11. Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
“12. Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.
“13. Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade – as três. Porém, a maior delas é a caridade.”
De igual maneira, Allan Kardec trouxe em O Evangelho Segundo o Espiritismo inúmeras lições acerca da caridade e de como devemos compreendê-la e senti-la. No capítulo 17 – intitulado Sedes Perfeitos -, item 3, o Codificador do Espiritismo assim pontua: “O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e de caridade na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.
Ainda na terceira obra da codificação kardequiana, seu capítulo 15 – intitulado Fora da caridade não há salvação – traz: “Nada exprime com mais exatidão o pensamento de Jesus, nada resume tão bem os deveres do homem, como essa máxima de ordem divina. Não poderia o Espiritismo provar melhor a sua origem, do que apresentando-a como regra, por isso que é um reflexo do mais puro Cristianismo. Levando-a por guia, nunca o homem se transviará. Dedicai-vos, assim, meus amigos, a perscrutar-lhe o sentido profundo e as consequências, a descobrir-lhe, por vós mesmos, todas as aplicações. Submetei todas as vossas ações ao governo da caridade e a consciência vos responderá. Não só ela evitará que pratiqueis o mal, como também fará que pratiqueis o bem, porquanto uma virtude negativa não basta: é necessária uma virtude ativa.”
SOBRE A CARIDADE
“Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 9)
“Se Allan Kardec tivesse escrito que ‘fora do Espiritismo não há salvação’, eu teria ido por outro caminho. Graças a Deus ele escreveu ‘Fora da Caridade’, ou seja, fora do Amor não há salvação.” (Chico Xavier)
“Aquele que tem caridade no coração tem sempre qualquer coisa para dar.” (Santo Agostinho)
“A cortesia é irmã da caridade, que apaga o ódio e fomenta o amor.” (São Francisco de Assis)
“Não basta a leitura sem a unção, não basta a especulação sem a devoção, não basta a pesquisa sem maravilhar-se; não basta a circunspeção sem o júbilo, o trabalho sem a piedade, a ciência sem a caridade, a inteligência sem a humildade, o estudo sem a graça.” (Boaventura de Bagnoregio)
“Orar não é o mais importante. Importante é praticar a caridade e o amor, mesmo para uma pessoa que não seja religiosa.” (Dalai Lama)
“Não é o quanto fazemos, mas quanto amor colocamos naquilo que fazemos. Não é o quanto damos, mas quanto amor colocamos em dar.” (Madre Teresa de Calcutá)
Dia da Caridade
A caridade é uma palavra latina: caritas-atis, cujo significado é o amor que une os seres humanos com Deus. A caridade faz a pessoa abrir-se ao outro que mais sofre que a pessoa por estar em condições dignas de vida para assim prestar-lhe ajuda, amor. A fome impulsiona-nos ao desafio constante para a ação.
Esta data tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a prática e difusão da solidariedade, como um meio para desenvolver um bom entendimento entre todos os seres humanos.
Para as Nações Unidas, a caridade funciona como uma força de mobilização na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS.
Os ODS, que são parte da Agenda 2030, reconhecem a erradicação da pobreza como o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável.
Fonte: ods.uema.br
#rotaryepf
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