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Homenagem ao Dia Internacional da Mulher

No dia 08/03/2023 o Rotary Club de Piquete realizou em suas dependencias homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Durante o evento a Companheira Rosa ministrou uma palestra alusiva ao dia comemorado. Convidamos 11 mulheres representantes de diversas áreas de atuação no Município de Piquete, indicadas por Rotarianos, para serem homenageadas, momento este que receberam certificado de participação e um vaso de flores de seus padrinhos.    

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Homenagem ao dia da Mulher - Voluntárias

HOMENAGEM AOS “VOLUNTÁRIOS DO CLUBE” A palavra voluntário é bastante conhecida pela população, no sentido daquele indivíduo que faz alguma ação gratuita, entretanto esse é o sentido menos importante do vernáculo em epígrafe. Na verdade, a dimensão coercitiva da palavra voluntário envolve um conceito muito mais nobre do que simplesmente identificar aquele sujeito que trabalha de maneira gratuita. O voluntário é, antes de qualquer coisa, aquele indivíduo que coloca a sua vontade e a sua ética acima dos interesses próprios e por isso mesmo atual em prol das outras pessoas. Nós rotarianos somos voluntários no nosso trabalho rotário e seguimos o lema: “dar de si, antes de pensar em si”, mas nós temos a predisposição de que fazer o bem também nos faz bem. Isto é, nossa ação, em fazer o bem, nos coloca numa necessidade ética de troca com a humanidade. Entretanto, existe em muitos Rotary Clubs, inclusive no nosso Rotary Club Caçapava-Jequitibá, outras pessoas, colaboradores não rotarianos, que denominamos, “Voluntários do Clube”, as quais colaboram com o trabalho rotário e, muitas vezes, são essas pessoas que garantem o sucesso efetivo do trabalho rotário que é desenvolvido pelo clube. Esses sujeitos, a priori, agem com pureza total, ou seja, com total independência de qualquer vantagem em contrapartida. Em nosso Clube sempre tivemos alguns desses colaboradores. Atualmente o nosso clube conta com, pelo menos, 4 dessas pessoas especiais: Mirella Yoshida, Alexandra Camargo, Gisele Campos e Eunice Andy . Os “Voluntários do Clube”, mesmo sem nenhuma relação direta com o Rotary atuam e servem a comunidade, com dispêndio de seu trabalho e de seu tempo, numa condição imensa de altruísmo, solidariedade e filantropia. Isto é, o voluntário do clube é aquele sujeito que investe o melhor de si, simplesmente pelo amor ao próximo. Esses indivíduos são sujeitos abnegados que colocam a sua vontade de servir à humanidade acima de todos os outros interesses que possam existir. Eles são seres humanos muito especiais e para entender melhor o que eles representam, temos que partir para o conceito de “voluntarismo”, que indica “a doutrina que se caracteriza por privilegiar a importância ética, psicológica ou metafísica da vontade humana, em relação às suas diferentes disposições intelectuais”. Os “Voluntários do Clube” são esses tipos de sujeitos, que por pura vontade pessoal, contrariam preceitos e atitudes comuns, indo ao encontro exclusivo dessas suas respectivas vontades pessoas de servir ao próximo. Não há lógica que possa explicar o comportamento voluntarista, porque ele se faz contra as regras tradicionais impostas pelo comportamento intelectual humano. Os “Voluntários do Clube” são esses sujeitos diferentes, mas superimportante ao nosso trabalho. A esses grandes sujeitos, hoje o Rotary Club de Caçapava-Jequitibá, rende esta modesta homenagem e manifesta publicamente o eterno agradecimento a esses verdadeiros servidores da humanidade. Luiz Eduardo Corrêa Lima Rotary Club de Caçapava-Jequitibá

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Relembrando a história de Emma Hildinger uma maravilhosa mulher, em seu nome e sua história parabenizo a todas as mulheres Rotarianas ou ainda não, esparsas em todo o Mundo.

Meu pai me dizia: ‘Se você quer e tem coragem, você vai vencer’. Eu puxei muito ao meu pai, à coragem dele. Quando eu quero uma coisa, eu luto e consigo”, explica a entrevistada com seu forte sotaque alemão. Aos 93 anos de idade e conhecida pelos amigos como uma pessoa incansável, Emma Hildinger é atualmente associada ao Rotary Club de São José dos Campos, SP (distrito 4600), cidade onde reside. Ela já tinha uma história de vida rica quando, contrariando os estatutos do Rotary International, que vetavam mulheres na organização, ingressou no Rotary Club de Caçapava, SP, em 17 de maio de 1988. Com a ousadia, Emma tornou-se a primeira rotariana da América Latina. Hoje ela coleciona um currículo rotário extenso, tendo sido presidente de clube diversas vezes e governadora distrital assistente em 2003-04. Emma nasceu em 1923 na cidade de Waldbronn, no sul da Alemanha, e chegou sozinha ao Brasil em 1950 para começar sua vida profissional como secretária executiva na cidade de São Paulo. Ela jamais se esqueceu dos horrores e do sofrimento da Segunda Guerra Mundial, mas a experiência parece ter aguçado nela a vontade de ajudar o próximo. Viúva, mãe do engenheiro e administrador de empresas Thomas, e avó das trigêmeas Cinthya, Evelyn e Karyn, universitárias de 20 anos, Emma tem muito a nos contar, e o faz com toda a simpatia e tranquilidade, como se fosse uma amiga de longa data. Para essa conversa nas próximas páginas também convidamos o leitor. REVISTA ROTAR Y BRASIL: O que a levou a ser rotariana? EMMA HILDINGER: Eu sempre tive a vontade de ajudar. Eu atravessei a guerra e sei que é necessário ajudar o próximo. Por acaso, ainda na Alemanha, encontrei um rotariano que falou com muito entusiasmo sobre o Rotary. Então, quando eu trabalhava em Caçapava, os rotarianos de lá me falaram: “Você não quer conhecer o nosso clube?”. Perguntei: “Mas vocês não falaram que mulher não pode entrar no Rotary? Não existe ainda isso?”. “Mas você pode participar um pouco”, responderam. “Tá bem”, disse [o ano era 1987]. Depois começaram a aproveitar a minha assistência nos eventos. Um dia me falaram: “Decidimos que vamos lutar para você ser nossa companheira de clube”. E começou a briga com o Rotary International, porque ele foi informado que o clube aceitou uma mulher e não estava ainda autorizado isso. Por fim, chegou o governador do distrito: “Está aqui a carta, eu tenho que fechar o clube”. O nosso advogado falou: “Pela lei brasileira não existe diferença entre homem e mulher. Vocês não podem fechar”. A briga levou o ano inteiro [de 1988], até que na Convenção do Rotary de 1989 ficou liberada a entrada de mulheres. A senhora sempre foi muito participativa, né? Estou acostumada a sempre fazer alguma coisa e isso animou os rotarianos de Caçapava. Quando eu era convidada para as reuniões, sempre tinha alguma coisa que eu fazia; feijoada, churrasco, eu ajudava a fazer. E poucos anos depois a senhora se tornou presidente do clube… Já na festiva em que assumi a presidência do Rotary Club de Caçapava [em 1992-93], falei da necessidade de uma ambulância para o hospital público da cidade. Sabe o que falaram? “Você está maluca? Como você acha que o nosso clube vai conseguir dinheiro para comprar uma ambulância?” Mas fizemos feijoada, churrasco, parque de diversões, cachorro-quente na praça, e conseguimos comprar. Quando a gente quer uma coisa tem que lutar por ela. Hoje sou associada honorária do Caçapava. Depois que operei o joelho, o médico me pediu para não pegar mais o carro para ir às reuniões em Caçapava. O meu clube atual, aqui de São José dos Campos, me recebeu com muito carinho. Eles fazem a cada ano uma campanha do agasalho. Só dos prédios aqui perto de onde moro, levei cinco sacos de 100 litros com agasalhos. Todo mundo ajudou. No ano passado, eu fui a presidente mais idosa do Brasil. Sempre digo: a cabeça estando boa, os pés se viram. Como foi ser a primeira rotariana da América Latina? Naquele momento, a senhora tinha ideia de que era uma pioneira? No Brasil, mais ou menos eu tinha. Da América Latina, naquela época não tinha ideia. Logo depois que se tornou rotariana, a senhora viu outras mulheres ingressarem nos clubes da região? Demorou. Os clubes ficaram com receio, porque tem homens machistas, que não gostam da ideia. Até hoje tem clubes no meu distrito que não convidam mulher. A senhora chegou a sofrer algum tipo de resistência no meio rotário? Nenhuma. Fui sempre muito respeitada, muito querida aonde vou. Logo fui presidente do clube de Caçapava e aqui em São José dos Campos fui presidente três vezes. Recentemente, a senhora recebeu uma homenagem. Foi uma das grandes alegrias da minha vida. Na posse do nosso governador [Ivanir Chappaz], eu tive que ir à tribuna e não sabia o porquê. No fim de tudo, de repente, ele me deu uma placa. Agora eu sou Governadora Distrital Honoris Causa. Sei que a senhora também é muito atuante na Semana Rotária [iniciativa promovida pelos clubes anualmente em fevereiro, mês de fundação do Rotary]. Em todos os projetos eu ajudo. Na Semana Rotária vamos a um bairro e são feitos exames de sangue, de visão, medição de pressão, chamamos enfermeiras. Muitas crianças precisam de óculos e não têm dinheiro para comprar. Então fazemos alguma festa, algum bazar, para entregar os óculos. Acha que o ingresso da mulher mudou o Rotary? A impressão que eu tenho é que os clubes que convidam mulheres tomam mais iniciativa. A mulher não desiste, ela vai em frente. Geralmente, a primeira coisa que os homens falam é: “Ah, isso aqui não é possível”. A mulher chega e diz: “Vamos tentar”. Eu sou assim, quando falam que não é possível, digo: “Vamos tentar mais uma vez, quem sabe…”. Por que a senhora escolheu o Brasil para viver? Inicialmente, eu queria ir para o Canadá, mas não me deixaram entrar porque eu era solteira. Depois da guerra, o Canadá só deixava entrar famílias. Como eu tinha um primo, que infelizmente também morreu na guerra, jornalista, e ele tinha amizade com o pessoal de um jornal alemão do Rio de Janeiro, mandei uma carta para eles. Perguntei se não podiam me ajudar. Então eles fizeram contato com o consulado e consegui o visto para o Brasil. Digo que sou mais brasileira do que muitos brasileiros. Onde vou defendo o nosso país. Quando a senhora chegou, sabia alguma coisa de português? Não, nada, nada. Eu andava com jornal e dicionário. Eu escutava uma palavra e pegava logo o dicionário para ver. Em três meses, conseguia me entender muito bem. Aprendi português sozinha. Estranhou muito as diferenças culturais? Estranhei um pouco, mas antes li muito sobre o Brasil, os costumes e tudo. Eu estava mais ou menos orientada, porque para chegar em um país totalmente diferente a gente tem que se preparar um pouco. E o machismo aqui, não a impressionou? Isso eu estranhei. Na Alemanha, por exemplo, eu estava acostumada a andar de calça comprida [no Brasil dos anos 1950, o uso de saias era quase uma exigência]. A mulher não tinha o mesmo valor que os homens. A senhora poderia falar um pouco sobre a experiência da Segunda Guerra Mundial? Foi a pior época da minha vida. Veja bem: eu tinha 15 anos quando começou a guerra. Eu queria viver, tinha planos para o futuro. E aí acabou tudo… E quando acabou a guerra, eu tinha 21 anos. Eu morava a 20 quilômetros da fronteira com a França, você pode imaginar o que nós sofremos. Todas as noites chegavam os aviões e jogavam bombas. Durante os dias, a gente escutava os tiros. A vida foi muito difícil. Houve represálias quando entraram na Alemanha. Não podíamos sair do portão depois de certa hora. Não tínhamos mais água, e íamos com um balde d’água para buscar água numa mina na floresta. A senhora e sua família foram poupadas de violência? Sim. Meu pai, Joseph, era marceneiro e carpinteiro. Ele fazia caixões também. Então um dia ele falou o seguinte: “Emma, você me ajuda a levar este caixão? Vamos deixar bem na entrada do portão”. Aí nunca mais veio ninguém. Como a senhora vê o mundo hoje? Não aprenderam com aqueles seis anos de guerra. Morreram milhões naquela época e o mundo não aprendeu o que significa uma guerra. Vivemos ainda um mundo de intolerância… Veja o que está acontecendo na Síria. O mundo podia ser tão bom… Há lugar para todo mundo, é só querermos. E o futuro do Rotary? O Rotary ainda tem que fazer muita coisa. Tem que mudar também alguma coisa na administração. Mas terá sempre futuro, porque o Rotary é uma organização que ajuda muito as pessoas. Não é à toa que temos parceiros como a Fundação Bill e Melinda Gates. Revista Rotary Brasil – 12 de setembro de 2017. EMMA HILDINGER, faleceu no dia 15 de julho de 2021.   Fonte: Revista Rotary Brasil (http://revistarotarybrasil.com.br/)

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER

DIA INTERNACIONAL DA MULHER                              I No nascer do Caçapava-Jequitibá, As mulheres já estavam presentes, Com isso o clube pode engrenar E assim, vai mantê-las para sempre. II Nesses trinta anos de clube. A mulher sempre correspondeu E talvez seja pelo trabalho dela Que o Jequitibá cresceu e floresceu. III Foram muitas as nossas Mulheres, Renati, Bernadete, Tânia, Dalila, Geraldina, Ângela, Bartô, Maria, Carmen, Givaldina, Soledade e ainda duas Lourdes celebres. IV Todas elas, mulheres geniais. Viveram nossa Jequitibá bastante. Todas colaboradoras, rotarianas reais. Serviram ao Rotary cada instante. V Lourdes Mesquita, Dalila, Geraldina Bernadete, Soledade e Givaldina. Já partiram deste mundo real E estão no andar de cima. VI Lourdes Codellos, Ângela, Tânia e Maria Deixaram Rotary, mas vivem na cidade. De Carmen e Bartô não há informação, Mas alguém aqui deve saber novidade. VII Talvez tenha escapado alguma, Que minha memória esqueceu, Mas todas fizeram história, E o Jequitibá se enriqueceu. VIII Atualmente temos seis delas: Marta, Marlene, Mara, Beth, Fátima e Siomara. Todas belas e todas feras. IX O Jequitibá é uma árvore grande, Mas, suas flores são pequenas. Já nosso Clube é grande e fica maior com nossas “pequenas”. X Agora para terminar o causo Vou deixar cada uma falar de si E agradecendo a todas elas Vou ficando por aqui.   Beth Sou séria, guerreira e legalista. Minha vida normal não é moleza, Mas aqui no Caçapava- Jequitibá, Como rotariana sou paz e beleza.   Fátima Sou atenta, ativa e combativa. Minha vida nunca foi tranquila, Mas aqui no Caçapava-jequitibá, Faço que o clube pede e precisa.   Mara Sou modesta, tímida e quieta, Minha vida é quase um segredo, Mas aqui no Caçapava-Jequitibá, Sou precisa e sigo bem o enredo.   Marlene Sou esperta, querida e amiga Minha vida é fonte de alegria Mas aqui no Caçapava-Jequitibá Ainda sou uma grande tia.   Marta Sou sabida, inteligente e curiosa Minha vida está ligada à Educação Mas aqui no Caçapava-Jequitibá, Oriento todos e ainda faço instrução.   Siomara Sou esperta, aplicada e estudiosa. Minha vida é um eterno aprender Mas aqui no Caçapava-Jequitibá, Cuido da imagem que se quer ter.   Luiz Eduardo Corrêa Lima Rotary Club de Caçapava-Jequitibá

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Dia Internacional da Mulher - 8 de Março

O Dia Internacional da Mulher ou Dia da Mulher é comemorado anualmente em 8 de março, e não é considerado um feriado nacional. Trata-se de uma celebração de conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos, sendo adotado pela Organização das Nações Unidas e, consequentemente, por diversos países. Origem e História do Dia Internacional da Mulher A comemoração do Dia Internacional da Mulher foi oficializada em 1921, mas o marco oficial para a escolha da data em 8 de março foi uma manifestação das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, acontecimento que data de 8 de março de 1917. Essa manifestação, que contou com mais de 90 mil russas ocorreu durante a Primeira Guerra Mundial e ficou conhecida como "Pão e Paz". Mas, a luta das mulheres por melhores condições de vida e trabalho começou a partir do final do século XIX, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de 15 horas diárias, os baixos salários e a discriminação de gênero eram alguns dos pontos que eram debatidos pelas manifestantes da época. De acordo com registros históricos, o primeiro Dia da Mulher foi celebrado nos Estados Unidos em maio de 1908, onde mais de 1.500 mulheres se uniram em prol da igualdade política e econômica no país. Em agosto de 1910, a jornalista e política feminista Clara Zetkin propôs a realização anual de uma jornada pela igualdade de direitos das mulheres, sem uma data específica. Na verdade, vários acontecimentos levaram à criação de um dia especial para as mulheres. Um deles foi o incêndio numa fábrica de camisas em Nova York, ocorrido em 25 de março de 1911, que mataria 146 pessoas, das quais 129 eram mulheres. O número de vítimas se explica pelas péssimas condições de trabalho e porque uma porta estava fechada para impedir a fuga das trabalhadoras. Na década de 60, na sequência de notícias publicadas em jornais alemães e franceses foi criado o mito de uma suposta greve que teria ocorrido em 8 de março de 1857, em Nova York. Mas, essa greve não aconteceu. Com as transformações trazidas com a Segunda Revolução Industrial e, após a manifestação das mulheres russas, que determinaria a escolha do dia 8 de março, as fábricas incorporaram as mulheres como mão de obra barata. No entanto, devido às condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes. Também nas primeiras décadas do século, as mulheres começam a lutar pelo direito ao voto e à participação política. Apesar disso, por muito tempo, a data foi esquecida e acabou sendo recuperada somente com o movimento feminista nos anos 60. A Organização das Nações Unidas, por exemplo, somente reconheceu o Dia Internacional da Mulher em 1975. Atualmente, além do caráter festivo e comemorativo, o Dia Internacional da Mulher ainda continua servindo como conscientização para evitar as desigualdades de gênero em todas as sociedades.

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