Todas as Publicações dos Clubes

O fator TEMPO na IP

Iniciaremos a gestão 2020-21 já colhendo frutos dos Treinamentos da IP Investir tempo para planejar as ações do clube rotário com embasamento nos Treinamentos e Manuais da Image Pública do Rotary é garantia de retorno a curto prazo!Patricia Pereira | IP D.4571 Parabenizo a Governadora Assistente da área C5, Rosemary Eulino Gonçalves, associada do Rotary Club de Itaguaí no Distrito 4.571, por não medir esforços para que:1. as diretrizes de cores e logos dos Manuais de Identidade da Marca;2. o objetivo da Campanha Pessoas em Ação e3. o uso da identificação do domínio do site do clube (Unyclub).fossem plenamente combinados para potencializar a identificação das Cadeiras de Rodas adquiridas pelo clube. A soma dos esforços acima obteve como recompensa, não só uma experiência de Planejamento dos Passos para uma Ação de Marketing eficiente em IP do Rotary, mas sobretudo, nossa organização foi reconhecida verbalmente. O empenho ganhou VOZ quando o fornecedor reconheceu a forma com que nossos dirigentes zelam pela marca e ainda puderam "sentir" quão grande é o propósito do Rotary. Lição aprendida e pronta para ser replicada entre os clubes interessados. Para mais informações do processo completo enviar e-mail para [email protected] uma vez, parabenizo a Presidente 2019-20 do RC de Itaguaí, aos associados do clube e todos os envolvidos na devolutiva enviada pelo fornecedor. JUNTOS NÓS APRENDEMOS!Pessoas em AçãoApós 20 anos, o fornecedor entendeu o nosso PORQUÊ, e não ficou apenas estático no O QUÊ fazemos. Ele e os funcionários envolvidos no processo, foram inspirados a sentirem a real importância que nossa organização tem na comunidade e na vida das pessoas que assistimos. Isso também é Imagem Pública!Patricia PereiraPresidente 2020-21 da IP D.4571

VÍDEO | Diretores de Protocolo de Clubes

No canal do YouTube do Distrito 4.571 encontra-se disponível o vídeo editado do Treinamento para Diretores de Protocolo de Clube, realizado no último sábado, dia 23 de maio de 2020, por ocasião da Assembléia Distrital pelos companheiros palestrantes Hodges Daneli (RC de Taubaté-União) e Pedro Dalbone (RC de Volta Redonda). Acesse o vídeo em:https://youtu.be/9txJKHlSWnw

CHECK LIST do Clube

Ficar em dia no Unyclub é rápido, fácil e faz muita diferença! Neste documento apresentamos um resumo das principais Funções Administrativas do sistema Unyclub para orientar os clubes a cumprirem as metas propostas pela Equipe Distrital. Arquivo disponível na pasta IMAGEM PÚBLICA emhttps://www.kassima4571.org.br/downloads

Rotary apoia pesquisa inédita no Brasil sobre Zika vírus

Em 2015 e 2016, o Brasil sofreu com a epidemia do Zika vírus, na qual a consequência mais marcante foi o nascimento, em muitas partes do país, de crianças com microcefalia, causada pela infecção da mãe durante a gravidez. Foi nesse contexto que o Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy desenvolveu um projeto para equipar um ambulatório de pesquisa para acompanhamento de crianças expostas ao vírus, que trabalha de maneira inédita no Brasil. “Nosso estudo é o único no Brasil que tem acompanhamento das gestantes e das crianças. Acompanhamos crianças normais que nasceram no mesmo período e comparamos com as doentes. Vemos quais as diferenças nos dois casos e conseguimos avaliar os riscos”, explica Saulo Duarte Passos, pesquisador principal do COHORT Zika-Jundiaí e professor titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Jundiaí. O projeto de acompanhamento de mães e crianças teve início em março de 2016, dentro da Faculdade de Medicina de Jundiaí, mas não contava com os equipamentos necessários para o desenvolvimento adequado da pesquisa e tratamento de todas as crianças. Foi apenas em 2018, quando Passos teve contato com o Rotary Club local que o projeto do ambulatório de pesquisa começou a se tornar realidade. “Tivemos muitos casos de Zika na região e o professor Saulo foi convidado para dar uma palestra no Rotary sobre a pesquisa que ele estava liderando”, conta Alexandre Censi, membro do Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy, que liderou o projeto. “Ele nos passou a descrição dos equipamentos e os benefícios que poderiam ser colhidos com isso”, complementa. Com o espaço cedido pela prefeitura da cidade e pela Faculdade de Medicina de Jundiaí, foi possível realizar a instalação do ambulatório, que é ligado ao Hospital Universitário. O Rotary de Jundiaí equipou 100% do ambulatório, o que inclui aparelhos de uso médico, mobília e equipamentos de informática. O total investido foi de US$ 39.500, com apoio do Rotary Club Central Chester County, de Lionville, Pensilvânia, nos Estados Unidos, e da Fundação Rotária. “O objetivo da pesquisa é entender a Síndrome da Zika Congênita, seus fatores de risco e a evolução da criança”, destaca Passos. “O ambulatório acompanha o desenvolvimento neuropsicomotor, o crescimento e desenvolvimento da criança (peso e altura), e as complicações que a doença causa”, diz. O médico e sua equipe acompanham 690 mães desde a gestação e outras 133 que entraram no estudo posteriormente, em um total de 823 casos estudados. Deste total, 58 crianças nasceram com microcefalia e estão sendo tratadas e estudadas pela equipe de Passos, composta por 15 profissionais. No ambulatório, que ao mesmo tempo que presta atendimento médico, serve de local de pesquisa sobre o Zika vírus e suas consequências, a equipe acompanha cerca de 500 crianças, com e sem microcefalia, fazendo a comparação entre elas para analisar os efeitos do vírus. As crianças sem microcefalia fazem parte do grupo de controle (aquele com o qual se compara o grupo que está sendo avaliado). Passos destaca a importância desse grupo de controle, já que há fatores de risco que aumentam a chance de mulheres gestantes terem filhos com microcefalia. Alguns desses fatores são a incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê, obesidade e hipertensão, entre outros de menor relevância. Há, porém, crianças que desenvolveram microcefalia por outros fatores, que não a infecção pelo vírus. “Muitas crianças com microcefalia tiveram restrição de crescimento intrauterino, que tem inúmeras causas”, conta o médico. Existem ainda as crianças que nasceram com microcefalia sem que isso esteja relacionado ao Zika vírus, mas sim a outros patógenos. Com tantos fatores a serem analisados, a equipe de Passos faz o acompanhamento mensal das mães e das crianças. As que têm microcefalia fazem diferentes tratamentos, como de fisioterapia e fonoaudiologia. Elas também têm atendimento pneumopediátrico, de infectologia, odontologia e musicoterapia. Uma sequela comum que o Zika vírus também deixa nas crianças é a deficiência visual. De acordo com o médico, 25% das crianças com mães que foram expostas ao vírus tiveram problemas de visão, explica Passos sobre descoberta feita em parceria com o Instituto de Psicologia da USP. O envolvimento do Rotary Club de Jundiaí no projeto do ambulatório de pesquisa foi benéfico para os dois lados. Ao liderar o projeto dentro do clube, Censi conta que aprendeu bastante sobre o tema enquanto o estudava para o desenvolvimento de seu trabalho. “Para escrever o projeto, eu o acompanhei por cerca de seis meses. É muito importante para nós, membros do Rotary, saber se o investimento será bem aplicado”, aponta. Já o professor Passos destaca “a amplitude do que o Rotary fez” para o projeto. Ele conta que o ambulatório, além do trabalho sobre o Zika vírus, também dá assistência a crianças que saíram da UTI, da enfermaria e ainda para prematuros. “Essas crianças terão um espaço com atendimento por médicos especialistas, que não seria possível se não tivéssemos o ambulatório”. O trabalho de pesquisa sobre o Zika vírus realizado em Jundiaí é feito em parceria com instituições nacionais e internacionais, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo (Fapesp), Universidade de São Paulo (USP), Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Universidade de Barcelona, Universidade de Santiago de Compostela, Universidade do Sul da Flórida, Universidade de Estocolmo e o Ministério da Saúde do Brasil.

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