RYLA São José dos Campos -Participação da Governadora 2020-2021-Kassima Timone Campanha
Palestra da Governadora 2020-2021 Kassima Timone Campanha no RYLA de São José dos Campos
19/5 – Dia Nacional e Mundial de Doação do Leite Humano
A data foi instituída pela Lei nº 13.227/2.015 e representa um momento especial de sensibilização da sociedade para a importância da doação de leite humano, assim como, uma iniciativa a mais para a proteção e a promoção do aleitamento materno. Estimular a doação de leite materno; promover debates sobre a importância do aleitamento materno e da doação de leite humano; divulgar os bancos de leite humano nos estados e nos municípios, são objetivos das comemorações. O leite é a primeira alimentação humana e fonte de nutrientes para as funções biológicas, sendo considerado o melhor alimento para os bebês, por ter papel muito importante na proteção imunológica contra doenças infecciosas, na adequação nutricional e no desenvolvimento afetivo e psicológico. O leite humano é um líquido complexo que contém carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, minerais, substâncias imunocompetentes (imunoglobulina A, enzimas, interferon), além de fatores moduladores de crescimento. Devido à sua composição nutricional balanceada, é considerado um alimento completo e suficiente, inclusive em água, para atender as necessidades nutricionais da criança durante os seis primeiros meses de vida. Principais benefícios do leite materno: – protege a criança contra diarreias, infecções respiratórias e alergias; – reduz em até 13% a mortalidade em crianças menores de 5 anos; – reduz o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta; Qualquer quantidade de leite materno doada pode ajudar. Para se ter uma ideia, 1 ml de leite já é suficiente para nutrir um recém-nascido a cada refeição, dependendo do peso. O pote não precisa estar cheio para ser levado ao Banco de Leite Humano. Cada pote de 300ml de leite materno humano pode ajudar até 10 recém-nascidos por dia. Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano. Para doar, basta ser saudável e não estar usando nenhum medicamento que interfira na amamentação. Para doar leite materno, é só seguir este passo a passo: Preparo do frasco para guardar o leite materno: – lave um frasco de vidro de boca larga com tampa de plástico (do tipo café solúvel), retirando o rótulo e o papel de dentro da tampa; – coloque o frasco e a tampa em uma panela, cobrindo-os com água; – ferva-os por 15 minutos, contando o tempo a partir do início da fervura; – escorra-os, com a abertura voltada para baixo, sobre um pano limpo até secar; – feche o frasco sem tocar com a mão na parte interna da tampa. O ideal é deixar vários frascos preparados. Higiene pessoal antes de iniciar a coleta do leite materno: – use uma touca ou um lenço para cobrir os cabelos; – coloque uma fralda de pano ou uma máscara sobre o nariz e a boca; – lave as mãos e os braços até o cotovelo com bastante água e sabão; – lave as mamas apenas com água; – seque as mãos e as mamas com toalha limpa. Local adequado para retirar o leite materno: – escolha um lugar confortável, limpo e tranquilo; – forre uma mesa com pano limpo para colocar o frasco e a tampa; – evite conversar durante a retirada do leite. Como retirar o leite das mamas: – massageie as mamas com a ponta dos dedos, fazendo movimentos circulares no sentido da parte escura (aréola) para o corpo; – coloque o polegar acima da linha em que acaba a aréola; – coloque os dedos indicador e médio abaixo da aréola; – firme os dedos e empurre para trás em direção ao corpo; – aperte o polegar contra os outros dedos até sair o leite; – despreze os primeiros jatos ou gotas; – abra o frasco e coloque a tampa sobre a mesa, forrada com um pano limpo, com a abertura para cima; – colha o leite no frasco, colocando-o debaixo da aréola. Após terminar a coleta, feche bem o frasco. Como guardar o leite materno coletado: – anote na tampa a data e a hora em que realizou a primeira coleta do leite e guarde o frasco fechado imediatamente no freezer ou no congelador; – se o frasco não ficou cheio, você pode completá-lo em outro momento; – para completar o volume de leite no frasco já congelado, utilize um copo de vidro previamente fervido por 15 minutos. Após a fervura, escorra-o, com a abertura voltada para baixo, sobre um pano limpo até secar. – coloque o leite recém-extraído sobre o que já estava congelado até faltarem dois dedos para encher o frasco, guardando-o imediatamente no freezer ou no congelador. O leite humano extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano, onde será feita a seleção, classificação, processamento, controle de qualidade e distribuição do leite humano pasteurizado. Nós do Rotary Club de Engenheiro Paulo de Frontin trabalhamos na captação dos frascos de vidros que viabilizam o armazenamento do leite humano, participe você também dessa ação. Entre em contato com um de nossos associados. 📱📱 Fontes: COSTA, A. G. V.; SABORENSE, C. M. Modulação e composição de ácidos graxos do leite humano. Revista de Nutrição, Campinas, v. 23, n. 3, p. 445-457, 2010 Ministério da Saúde. Saúde de A a Z MORGANO, M. et al. Composição mineral do leite materno de bancos de leite. Ciência e Tecnologia de Alimentos, Campinas, v. 54, n. 4, p. 819-824, 2005 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano
Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
Com o objetivo de mobilizar a sociedade brasileira e convocá-la para o engajamento contra a violação dos direitos sexuais de crianças e adolescentes, 18 de maio foi estabelecido como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Neste dia, em 1973, uma menina de 8 anos, de Vitória (ES), foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada. Seu corpo apareceu seis dias depois, carbonizado e os seus agressores nunca foram punidos. Com a repercussão do caso, e forte mobilização do movimento em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, 18 de maio foi instituído pela Lei nº 9.970/2.000, como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Desde então, esse se tornou o dia para que a população brasileira se una e se manifeste contra esse tipo de violência. Fonte: Fundação Abrinq
Apresentação das Intercambistas Soizic e Emília
Apresentação das Intercambistas Soizic e Emília
Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia
No dia 17 de maio de 1990, uma decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) representou um importante passo na luta pelos direitos do movimento LGBTQIAP+. Naquele ano, a organização internacional retirou a homossexualidade da classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde. A data ficou conhecida como o Dia Internacional contra a Homofobia. Desde então, são 33 anos de luta por conquistas e garantias de direito. E, ao que tudo indica, o caminho ainda é longo. Segundo a pesquisadora do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP/Fiocruz), Vera Marques, o principal desafio na luta por direitos da população LGBTQIAP+ no país é o enfrentamento à cultura cisheteronormativa, que atualmente possui forte representação no poder nacional. “As consequências disso são dramáticas e atravessam todas as dimensões da vida social, impondo à população LGBTQIAP+ uma existência marcada por diversas violências, de violação de direitos, como o direito de ir e vir, de acesso à saúde, à educação, ao mercado de trabalho, a abusos de ordem moral, psicológica, física, que muitas vezes culminam em homicídio”, alerta a pesquisadora, que também é autora do livro Movimento LGBTQIAP e Capilaridade Político-Partidária no Brasil. No que se refere a pessoas transexuais e travestis, a situação é ainda mais grave. “De acordo com levantamento publicado em 2021 pela equipe do Transrespect versus Transphobia World Wide, a cada dez assassinatos de pessoas trans no mundo, quatro ocorreram no Brasil, posicionando o país, há anos, como o mais transfóbico do mundo”, lembra Vera. Dados de um relatório da International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Intersex Association (Ilga), publicado em dezembro de 2021, revelam que cerca de um terço dos Estados Membros das Nações Unidas ainda criminalizam atos sexuais consensuais entre adultos do mesmo sexo. A penalidade? Multas, prisão, castigos corporais e, até mesmo, pena de morte em vários países. Abuso policial e maus-tratos, conforme indica o estudo, que analisou mais de 900 exemplos de aplicação da lei penal em 72 países, parecem estar presentes em quase todos os casos documentados. A pesquisa também mostrou que a expressão de gênero é outro elemento importante em vários casos de aplicação da lei. Além disso, constatou que pessoas trans e de gênero diverso são processadas com base em leis que criminalizam atos sexuais de pessoas “do mesmo sexo”. Os resultados também apontam os meios de comunicação como fator importante na forma como os estados aplicam as leis criminais e indicam, ainda, a situação econômica da pessoa como elemento influenciador na decisão pela aplicação ou não da lei. Homofobia no Brasil Em solo nacional, a violência contra a população LGBTQIAP+ também não é incomum. Dados de pesquisa realizada em 2020 pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) somam 161 ocorrências de homofobia e transfobia no país, excluindo demais condutas criminosas com motivação LGBTQIAPfóbica. O número, provavelmente, está aquém da realidade, em função da subnotificação de casos: dos 27 entes consultados, somente 16 tinham a estatística solicitada. “O estudo confirmou a escassez de indicadores como um problema central que precisa ser superado a partir da inclusão de questões relativas à identidade de gênero e orientação sexual nos censos oficiais e, ainda, de variáveis para se aferir esse tipo de violência nos registros de ocorrência policial”, afirma o estudo. Conforme aponta a pesquisa, a partir de um relatório de 2019, baseado em denúncias via Disque 100 - Sistema de Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (SONDHA), 30% dos casos de violência contra a população LGBTQIAP+ ocorreram na casa da vítima, seguido por casos nas ruas. A maior parte das denúncias estão atreladas a algum tipo de violência psicológica ou discriminação. Durante a pandemia de Covid-19, a população LGBTQIAP+ ficou ainda mais vulnerável a situações de violência. De acordo com o Boletim de 25 de junho de 2020 da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), ao longo do período, 70% das LGBTQIAP+ cumprindo isolamento social junto a familiares acabaram sendo vítimas de algum tipo de violência, sem ter espaço ou a quem recorrer com medo de expulsão ou agravamento da situação. Naquele mesmo ano, o Brasil já liderava o primeiro lugar no ranking de assassinatos de pessoas trans no mundo, com números que se mantiveram acima da média, segundo dossiê elaborado pela Antra. De acordo com pesquisa realizada entre 2008 e 2020 pela ABGLT, a média anual de assassinatos em solo nacional é de 122,5. Ou seja, o ano de 2020 esteve 43,5% acima da média de assassinatos em números absolutos. Conquistas da população LGBTQIAP+ Se, por um lado, a comunidade LGBTQIAP+ enfrenta uma série de dificuldades e preconceito, por outro, novas possibilidades se abrem para aquela população. “A adoção de crianças por casais homoafetivos, a união civil, a mudança do nome no registro civil, sem a necessidade de que pessoas trans passem por uma cirurgia, e a criminalização da LGBTQIAPfobia como crime de racismo são algumas dessas vitórias nos últimos anos. Mais recentemente, o STJ reconheceu que a Lei Maria da Penha também se aplica aos casos de violência doméstica ou familiar contra mulheres trans. Essa é, sem dúvida, uma grande conquista, uma vez que 96% dos assassinatos de pessoas trans no mundo são de mulheres trans ou pessoas transfemininas, o que denuncia a violência de gênero como um dos fatores determinantes para a ocorrência dessas mortes”, destaca Vera. No entanto, apesar de grande mobilização e esforço de movimentos sociais na defesa dos direitos LGBTQIAP+ no país, suas conquistas vêm ocorrendo a passos lentos, segundo a pesquisadora. As ações na ENSP na luta contra a homofobia O Claves/ENSP desenvolve diversas pesquisas sobre LGBTQIAPfobia e suas implicações na saúde. Os resultados subsidiam a elaboração de materiais de divulgação e conscientização voltados a diferentes grupos sociais. “Busca-se interlocução tanto com atores do movimento LGBTQIAP+, quanto da Educação, já que eles têm um papel importante no enfrentamento à violência. Soma-se a essas ações, o debate a respeito desse fenômeno tanto em cursos que ministra, quanto em aulas e palestras em que é convidado a participar”, explica Vera. Já o Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural (DIHS/ENSP) oferece o curso de especialização em Direitos Humanos, Gênero e Sexualidade, que tem como objetivo promover a abordagem reflexiva sobre as relações de gêneros e questões relativas às desigualdades sociais, marcadas especificamente pelo viés de gênero e sexualidade, além de colaborar com o processo de educação, formação e aperfeiçoamento de profissionais das mais diversas áreas de atuação que se interessam ou que lidam com questões relativas a Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos no seu dia-a-dia profissional ou de ativismo/militância política. Fontes: fiocruz.br 12.senado.leg.br
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