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24 de Outubro | Dia Mundial de Combate a Paralisia Infantil

Paralisia Infantil, ou Poliomielite, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus (sorotipos 1, 2, 3), podendo infectar crianças e adultos por via fecal-oral (através do contato direto com as fezes ou com secreções expelidas pela boca das pessoas infectadas). Pode provocar ou não paralisia. A multiplicação desse vírus começa na garganta ou nos intestinos, por onde penetra no organismo. Dali, alcança a corrente sanguínea e pode atingir o cérebro. Quando a infecção ataca o sistema nervoso, destrói os neurônios motores e provoca paralisia flácida em um dos membros inferiores. Se as células dos centros nervosos que controlam os músculos respiratórios e da deglutição forem infectadas, a doença pode ser mortal. O período de incubação varia de 5 a 35 dias, com mais frequência entre 7 e 14 dias. Sintomas: Na maioria dos casos, a infecção pelo vírus da poliomielite pode não ter sintomas, porém, a transmissão continua ocorrendo, pois é eliminado pelas fezes e pode contaminar a água e os alimentos. Os sintomas variam de acordo com a gravidade da infecção. Nas formas não paralíticas, os sinais mais característicos são febre, mal-estar, dores de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação, espasmos, rigidez na nuca e meningite. Na forma paralítica, quando a infecção atinge as células dos neurônios motores, além dos sintomas já citados, instala-se a flacidez muscular que afeta, em regra, um dos membros inferiores. Tratamento: Como em muitas infecções virais, não há tratamento específico para a doença, mas alguns cuidados são indispensáveis para controlar as complicações e reduzir a mortalidade. Dentre eles: – repouso absoluto nos primeiros dias para reduzir a taxa de paralisia;– mudança frequente de posição do paciente na cama, que deve ter colchão firme e apoio para os pés e a cabeça;– tratamento sintomático da dor, da febre e dos problemas urinários e intestinais;– atendimento hospitalar nos casos de paralisia ou de alteração respiratória;– acompanhamento ortopédico e fisioterápico. Medidas de prevenção: – a falta de saneamento básico e de medidas adequadas de higiene são a principal causa de transmissão do vírus da poliomielite;– a má qualidade da água utilizada para consumo e alimentos preparados sem os cuidados de higiene facilitam a proliferação dos diferentes tipos de poliovírus;– lavar sempre as mãos, especialmente antes de preparar as refeições, de começar a comer e depois de usar o banheiro;– estimular nas crianças pequenas a prática de hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos, só beber água tratada e verificar se utensílios de mesa e cozinha estão limpos antes de usá-los. Importância da vacinação: Em 1994, a região das Américas foi a primeira no mundo a ser certificada como livre da pólio. Essa conquista dos anos 1990 é relevante neste momento em que há apenas dois países – Paquistão e Afeganistão – onde o poliovírus selvagem ainda circula. Hoje, apenas um dos três tipos de poliovírus selvagem permanece ativo, e o mundo está pronto para dizer adeus à poliomielite. O Brasil recebeu o certificado de eliminação da pólio em 1994. A estratégia adotada para a eliminação do vírus no país foi centrada na realização de campanhas de vacinação em massa com a vacina oral contra a pólio (VOP). Até que a poliomielite seja erradicada no mundo (como ocorreu com a varíola), existe o risco de um país ou continente ter casos importados e o vírus voltar a circular em seu território. Para evitar isso, é importante manter as taxas de cobertura vacinal altas e fazer vigilância constante, entre outras medidas. Existem duas vacinas contra a poliomielite: a VPO-Sabin, ou vacina da gotinha,  que faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. Deve ser aplicada aos 2, 4, 6 e 15 meses de idade e até os 5 anos, as crianças devem receber doses de reforço anualmente. A outra é a vacina VIP ou Salk, administrada por via intramuscular, é indicada para pessoas expostas, com baixa imunidade, ou que viajarão para regiões onde o vírus ainda está ativo. As vacinas contra a poliomielite foram desenvolvidas graças ao trabalho conjunto dos cientistas Jonas Salk e Albert Sabin, e dos que os antecederam nas primeiras pesquisas com vírus conduzidas a partir do início do século 20. Fonte:   

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Caminhada Outubro Rosa junto com a Proscan

Hoje fomos parceiros na 8 caminhada da Proscan , o Rotary Club de Três Rios no ano de 2021 com muito orgulho zerou a Fila do SUS onde o companheirismo e os amigos do Rotary doaram 150 mamografias para as mulheres que estavam na fila do SUS. Respeito , carinho e empatia nos faz sermos parceiros da Proscan novamente , hoje para essa caminhada levamos diversão para as crianças, massoterapia para as pessoas que estavam no evento , uma doação da parceira do Rotary com o Studio Letícia prata a querida Andressa arrasou na massagem .Nosso Interact tb esteve presente com a Presidente Manoela Teixeira e sua Diretoria . Parabéns 🎉, foi lindo essa caminhada.

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SEMINÁRIO DISTRITAL DE IMAGEM PÚBLICA – DISTRITO 4571

Com muita UNIÃO/HARMONIA/PAZ, aconteceu em 21/10, nas dependências da UNISUAM, O SEMINÁRIO DISTRITAL DE IMAGEM PÚBLICA, sob a liderança do GD LUIZ CARLOS FÁVARO – 2022/23 - Distrito 4571Os temas foram apresentados pelo Coordenador Distrital da Imagem Pública – GD Jorge Bragança, pela Coordenadora Regional de Imagem Pública do Rotary – Região 29 GD Denise Vieira e a Dinâmica com as Coordenadoras Regionais da Imagem Pública do Distrito 4571 - Vanessa Fernandes, Érica Roriz, Rosemary Eulino e Rosângela Gonçalves.

Projeto ver para aprender com apoio prefeitura e Clínica dos Olhos.

Ano de 2011, em uma reunião do Rotary Club de Três Rios, o associado Márcio Eduardo Queiroz de Paula usa da tribuna para fazer um alerta. Disse ele: Segundo a OMS há dados comprovados de que 6,0% das crianças em idade escolar na primeira fase de aprendizado são possuidoras de algum tipo de deficiência visual, e que comprovadamente traz problemas de aprendizado e que em alguns casos esses problemas são reversíveis. Nesse momento, nascia na instituição a ideia do programa VER PARA APRENDER. Os rotarianos abraçaram a causa e nos anos de 2011 até 2013 foram avaliados 3.819 alunos da rede pública de ensino, dos quais 516 foram encaminhados para consulta oftalmológica e destes 180 precisaram de algum tipo de correção através de óculos. Este programa desde o início só foi possível pelas parcerias que foram estabelecidas naquela oportunidade com a ÓTICA TEPEDINUS e o médico oftalmologista Dr. Márcio Eduardo que sem ônus para o clube forneceram os serviços e materiais necessários e aos rotarianos, juntamente com pessoal técnico da Secretaria de Saúde, coube a visita nas escolas para os procedimentos de avaliação.Em 2013, por dificuldades para continuidade e manutenção do programa tomamos a iniciativa de procurar recursos com o Poder Público Municipal, tendo em vista que se trata de uma questão de saúde pública e na época iniciava-se no país o Programa Olhar Brasil. Assim, através da Lei Municipal 3819 de 6/5/2013 o programa foi transferido para realização pela Prefeitura Municipal, tendo o Rotary Club de Três Rios como parceiro, ou seja, os papéis se inverteram, mas infelizmente as dificuldades operacionais permaneceram e o programa ficou com pouca resolutividade por longo período. Até que em 2021, por iniciativa do Presidente da época – Co. Juliano Maia, tivemos a oportunidade de retomar o programa com apoio da Secretaria de Saúde e das Óticas Carol e agora, na gestão da Ca. Rosângela Leite, surge nova oportunidade através da parceria com O Hospital de Olhos que foi inaugurado em 2021 e através da colaboração do Dr Adilson Novaes e Dra Gabriela Vescovi, oftalmologistas e proprietários do Hospital, irão realizar no dia 19/10/2022 na praça São Sebastião mais uma etapa significativa do programa VER PARA APRENDER, com a realização de mais de 120 consultas de forma gratuita para os alunos da rede municipal.O Hospital de Olhos foi um projeto de vida dos dois oftalmologistas e tem como lema: trazer saúde ocular acessível e de qualidade para toda a população de Três Rios e região.Suas instalações modernas, equipamentos de última geração e localização privilegiada o Hospital de Olhos está preparado para diagnosticar e tratar as principais doenças da visão como: catarata, glaucoma, retinopatia diabética, degeneração macular, ceratocone, entre outras.“Com grande alegria seremos voluntários e nessa campanha pela saúde ocular das crianças para que possam desfrutar da infância em sua melhor versão. Acreditamos que assim estamos ajudando a construir um futuro melhor para nossa cidade e nosso país.” Depoimento Doutor Adilson Novaes

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Materiais Construção | Doação ao Projeto do Morro

De outubro/2022 À Fevereiro/2023 foram doados materiais de construção para o Projeto do Morro.  A Associação Projeto do Morro tem por objetivo, promover serviços socioassistenciais para indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade e risco social, ofertando espaço de convivência social e comunitária por meio de oficinas de esporte, cultura e lazer, bem como cursos profissionalizantes, a fim de transformar sua realidade e garantido seus direitos enquanto sociedade. O Projeto do Morro foi criado em 2009, em uma região chamada “Morro da Oficina” no bairro Alto da Serra em Petrópolis/RJ. Foi a partir da oficina de hip-hop e demais aulas de danças urbanas, criadas em 1999 com o objetivo de apresentações na cidade de Petrópolis que se deu início o Projeto do Morro.Ao longo do tempo foi se ampliando, e hoje nomeado Projeto do Morro que já existe há 13 anos, atendeu nesse período mais de 8 mil alunos com a oferta de atividades na área do esporte, cultura, lazer e cursos profissionalizantes por meio de 23 oficinas, sendo algumas temporárias e outras permanentes. No dia 15 de fevereiro de 2022, o prédio constituído de 04 andares que funcionava como a sede do Projeto do Morro e onde eram realizadas as oficinas foi destruído por um deslizamento de terra devido a uma forte chuva na cidade de Petrópolis, acarretando também a destruição de mais de 80 casas ao seu redor. O Projeto do Morro fortemente atingido não se recuperou absolutamente nada. Felizmente, no momento não havia nenhuma atividade sendo realizada na sede do Projeto. Mesmo diante a tal fatalidade o projeto não se absteve de suas atividades, pelo contrário, auxiliaram as muitas famílias e alunos que perderam seus bens materiais e até mesmo familiares com a tragédia. Os Públicos-alvos do projeto são Crianças e Adolescentes, Jovens e Adultos em situação de vulnerabilidade e/ou risco social. Neste projeto os três Rotarys Clubs de Petrópolis concordarem em doar materias de construção à entidade para a reconstrução de sua sede. As doações de materiais acontecem seguindo o andamento das obras e estão sendo acompanhadas pelos Rotarianos do município, principalmente pelos Presidentes Israel Pinheiro e Sueli Karl.

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