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20 de Setembro | Dia do Baterista

Um ensaio de bebê para comemorar o Dia Do Baterista A nossa equipe delirou quando a Poliana, mamãe do Dante, nos pediu um ensaio com o tema de bateria pois o papai Rodrigo adora tocar e já comprou a bateria dele hehehe História da bateria O conjunto de instrumentos é geralmente usado nos estilos musicais jazz, hip-hop, rock, pop entre outros, tendo sido componente essencial da música contemporânea desde a década de 1920 até ao surgimento da percussão eletrônica, quando se deu o aparecimento das primeiras baterias eletrônicas. No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava pratos ou ainda blocos de madeira que fazia os efeitos sonoros. O desenvolvimento do pedal possibilitou que uma mesma pessoa executasse todas estas funções. O primeiro pedal prático foi inventado em 1910. William F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje. Outra criação aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria, foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apóia-las ou penduravam nos ombros com uso de correias. Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. A peça mais nova que fez parte do conjunto básico da bateria foi o hi-hat, ou chimbal, nome utilizado no Brasil, que apareceu na década de 1940. É uma peça que utiliza dois pratos de choque, acionados com o pé. No jazz, ela tinha a função de marcar o contratempo nas pulsações rítmicas, motivo pelo qual, em alguns lugares, esta peça também é denominada de contratempo . E assim foi nascendo a bateria – ou trap set, como foi chamada inicialmente. Na década de 1980 alguns fabricantes, tais como Simmons, Yamaha, Roland entre outros, criaram baterias eletrônicas que, além de sons pré-gravados, podiam também funcionar como samplers, gravando sons que depois são executados sempre que o instrumento é percutido. Hoje, por evolução constante, a bateria recebe cada vez mais atenção de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas, para desenvolver o melhor modelo de cascos, peles, baquetas, ferragens e pratos, usados para tocar. As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil. Entre as marcas que fizeram história no Brasil incluem-se a Pingüim, a Saema e a Gope (anos 60 e 70), e mais recentemente a Odery, tendo seu início como uma Handmade (feita a mão). Com o surgimento de novas tecnologias e a importação de ferragens e acessórios, novas fábricas na década de 1980 começam a fabricar somente os cascos em cedro, marfim e bapeva utilizando-se de ferragens americanas como a Luthier, RMV e Fischer. Incluem-se várias fabricas de acessórios como a Ziltannam e a Octagon (pratos), C.Ibanez e a Liverpool (baquetas), RMV, Luen (peles sintéticas), Rock Bag (cases e bags). Mundialmente, marcas como DW, Gretsch, Tama, Pearl, Ludwig, Sonor, Yamaha, Premier, Mapex, dentre outras, são líderes na fabricação das melhores baterias e ferragens. Para citar os melhores pratos feitos à mão ou por meio de máquinas, e diferentes ligas, podemos enumerar a Zildjian, Sabian, Paiste e Meinl.   Fonte: www.greisferreira.com

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Dia do Engenheiro Químico

O Dia do Engenheiro Químico é comemorado em 20 de setembro. Esta data tem como intuito homenagear os profissionais que possuem a função de trabalhar nas indústrias químicas. Essas pessoas desenvolvem produtos e realizam processos químicos que podem ser usados em escala industrial. Os engenheiros químicos desenvolvem produtos, mas além disso, supervisionam e projetam as peças, artigos, artefatos e materiais que são feitos com substâncias extraídas a partir de derivados, como o petróleo, minérios, metais, sintéticos e produtos alimentares. Alguns dos produtos que utilizamos no nosso dia a dia são associados com o trabalho desenvolvido pelos engenheiros químicos, destacam-se: plásticos, combustíveis, construção civil, agricultura, limpeza doméstica, medicamentos, refrigerantes, fibras, cosméticos, embalagens, fertilizantes, tecidos, entre outros. A atuação de profissional ainda permite que se trabalhe na área de pesquisa, universidades, empresas e também prestando consultorias em órgãos e instituições que realizam a regulação ambiental. A profissão de Engenheiro Químico é legalizada no Brasil através da Lei Federal nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Símbolo da Engenharia Química O símbolo que representa essa atividade é composto por vários elementos que fazem referência à indústria e aos processos químicos com diversas substâncias.

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Revolução Farroupilha (Dia do Gaúcho)

O dia 20 de setembro, conhecido como o Dia do gaúcho, é feriado no estado do Rio Grande do Sul. A data recorda o início a Revolução Farroupilha, ou Guerra dos Farrapos, em 20 de setembro de 1835. Para o Brasil, marca a revolta civil mais longa da sua história. Durante 10 anos - conhecido como o Decênio Heroico (1835-1845) - a revolta teve como cenário o Rio Grande do Sul, sendo por isso a data mais importante do calendário desse estado. Assim, O Dia do Gaúcho consiste numa homenagem a um dos episódios históricos mais importantes para a comunidade gaúcha. A data ganhou maior destaque e comemoração a partir do momento em que foi decretado feriado no Rio Grande do Sul, de acordo com o Decreto estadual nº 36.180, de 18 de setembro de 1995. O que foi a Revolução Farroupilha? A Revolução Farroupilha foi uma revolta regional contra o Governo Imperial do Brasil, na qual os revoltosos queriam se separar do Império do Brasil. Recebeu este nome por conta dos farrapos que seus participantes vestiam. Após ser feito um acordo de paz entre as partes envolvidas, a revolução chegou ao fim em 1º de maio de 1845. Semana Farroupilha O Dia do Gaúcho está incluído na Semana Farroupilha, uma celebração da cultura e das tradições gaúchas. A Semana ocorre todos os anos entre 13 e 20 de setembro, e é a maior festa popular do estado do Rio Grande do Sul. Tradicionalmente, durante o evento, são organizadas festas nos CTG’s (Centros de Tradição Gaúcha) que ressaltam os costumes típicos deste povo, como a culinária, vestimentas, danças e apresentações musicais. Esse é o momento de exaltar a história e, através de palestras e espetáculos, relembrar o que aconteceu no Decênio Heroico (1835-1845).

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Dia do Baterista

No dia 20 de setembro é celebrado o Dia do Baterista. Músicos de muito talento,  coordenação motora e alto nível de concentração invejáveis. A bateria é um instrumento versátil e utilizado em diversos estilos musicais. O baterista é o responsável por trazer ritmo, sensibilidade e melodia para uma música.   A coordenação motora de um baterista é surpreendente, uma vez que ele pode executar múltiplas ações utilizando cada membro e fazer com que tudo soe de forma perfeitamente sincronizada. Geralmente, o baterista fica posicionado no fundo do palco, o que pode ser vantajoso e também um lugar de privilégio para apreciar um show de todos os ângulos.   Como é o dia a dia do Baterista   A rotina de um músico profissional é bastante similar a de um atleta: ele deve treinar com frequência. É importante destacar que o dia do baterista pode variar de diferentes formas, a depender de como ele segue sua área.   Um baterista profissional, que toca em uma banda, precisa praticar por diversas horas as músicas de sua banda e de outros artistas. Além disso, o músico precisa zelar pela sua bateria, afinal ela é o seu principal instrumento de trabalho. Esse cuidado está associado à compra de produtos de qualidade e manutenção periódica.   Por ser um músico que utiliza todos os membros do corpo para extrair as melhores notas musicais, bateristas, em alguns casos, prezam muito por exercícios físicos. Sozinhos ou com ajuda de um profissional de educação física, o importante é aumentar a resistência física dos braços e das pernas para tocar o instrumento sem se cansar com facilidade.   Componentes básicos de uma bateria   Ao sentar atrás de uma bateria, o aluno irá se deparar com diversos tambores e pratos. Cada um tendo uma função diferente.   Caixa –   Surdo –   Bumbo –   Tons –   Chimbal –   Prato de ataque –   Prato de condução – Mesmo sabendo pouco sobre a origem do Dia do Baterista,  esse é um músico responsável por levar alegria e melodia para qualquer amante da música.   

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19 de Setembro | Dia Nacional do Teatro

Nesta segunda-feira, 19, é dia de celebrar o Dia Nacional do Teatro e homenagear os profissionais das artes cênicas do Brasil. O período é comemorativo também em função da sanção da  Lei 13.442/2017,  que institui a data como o Dia Nacional do Teatro Acessível: Arte, Prazer e Direitos, tendo por finalidade comemorar e divulgar a cultura por meio de atividades cênicas que utilizem práticas de acessibilidade física e na comunicação. Ou seja, também é um dia propício à reflexão acerca da importância da inclusão de todos aos direitos culturais, afinal a arte possui um valor inexprimível e todos possuem o direito de experimentá-la. Museu Afro Brasil recebe mostra de fotografia Terra em Transe com diversos temas urgentes do Brasil  Já dizia Augusto Boal: “A teatralidade é essencialmente humana. Todo mundo tem dentro de si o ator e o espectador. Representar num ‘espaço estético’, seja na rua ou no palco, dá maior capacidade de auto-observação. Por isso é político e terapêutico”. Sendo intrínseca a nós, seres humanos, as manifestações artísticas existem desde os primórdios da humanidade. O Teatro brasileiro O teatro realmente brasileiro se desenvolveu ao longo do século XIX, com muitas influências do romantismo, tendo nomes como o ator e empresário teatral João Caetano, o dramaturgo Artur Azevedo e o diplomata e ensaísta Gonçalves de Magalhães como seus expoentes. É na mesma época que a comédia de costumes ganha força no país, com Martins Pena, responsável por algumas peças de destaque, como O Juiz de Paz na Roça. Os povos africanos e indígenas possuem em suas matrizes muitos elementos pré-teatrais como o dançar e o cantar, porém, o teatro brasileiro, marcado pelo imperialismo, reproduziu padrões europeus que até hoje imperam. No entanto, mesmo em meio a hegemonia estética que marginalizou a cultura afrodescendente, existiram muitas formas de resistência por grupos e coletivos negros. Dentre eles podemos retomar iniciativas importantes a partir dos anos 40, como o Teatro Profissional do Negro (TEPRON – 1970–85), de Ubirajara Fidalgo (1949–1986), Teatro Experimental do Negro (TEN – 1944 –61), de Abdias do Nascimento (1914–2011)), do Teatro Popular Brasileiro (TPB – 1950–75), de Solano Trindade (1908–1974).  Outro período chave na história do teatro brasileiro foi durante a ditadura militar em 1964. Nessa época houve um movimento teatral que tematizou a crítica às políticas adotadas pelo regime militar. Muitos dos textos desse momento reproduziam episódios históricos de maneira alegórica, tratando da censura, do milagre econômico, da supressão da liberdade, da tortura, entre outros. Dessa época podemos citar obras como Moço em Estado de Sítio, 1977 de Oduvaldo Vianna Filho; Ponto de Partida, 1972 de Gianfrancesco Guarnieri;  Murro em Ponta de Faca, de Augusto Boal. Parabéns a todas e todos os artistas das artes do palco! Fonte: www.spescoladeteatro.org.br

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