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31 de Agosto | Dia da (o) Nutricionista

O Dia do Nutricionista – 31 de agosto – é comemorado nessa data, em virtude da criação da Associação Brasileira de Nutricionistas – ABN, que ocorreu no mesmo dia, no ano de 1949. Essa Associação foi substituída pela Federação Brasileira de Nutricionistas e atualmente, pela Associação Brasileira de Nutrição – ASBRAN. Desde essa data que o Sistema Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas – CFN/CRN comemora o Dia do Nutricionista com diversas atividades nos Estados. Um pouco da história da Nutrição no Brasil Em 24 de outubro de 1939, foi criado o primeiro curso de Nutrição do Brasil, na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, com duração de um ano, ministrado em tempo integral, dividido em quatro períodos. Em 1966, o período para a conclusão passou para três anos.  Em 1972, o Ministério da Educação estabeleceu que tais cursos teriam a duração de quatro anos, divididos em oito semestres. A Lei nº 5.276, de 24 de abril de 1967, regulamentou a profissão do nutricionista. Em 20 de outubro de 1978, foi sancionada a Lei nº 6.583, que criou os Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas com a finalidade de orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício profissional. A instalação dos Regionais foi feita a partir de 1980.  A criação do primeiro Programa Nacional de Alimentação e Nutrição, em 1972, impulsionou a criação dos cursos de Nutrição e o mercado de trabalho para os nutricionistas. Consequentemente, a profissão se expandiu dos hospitais e Serviços de Alimentação da Previdência Social (SAPS) para efetivamente assumir as escolas, os restaurantes de trabalhadores, docência, indústria, marketing, nutrição em esportes, saúde suplementar, núcleos de assistência à saúde da família. Esta ampliação de áreas se mantém até hoje. A formação e o desenvolvimento das habilidades profissionais devem ser alvo de constante luta das instituições que representam os interesses da sociedade, para assegurar uma saúde de qualidade e universal. Fonte: www.cfn.org.br  

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Dia do Nutricionista

O Dia do Nutricionista é celebrado anualmente em 31 de agosto.   Esta data visa homenagear o profissional responsável por planejar programas de alimentação para as pessoas, além de preparar dietas específicas para ajudar a melhorar a qualidade de vida e saúde dos seus pacientes.   Os nutricionistas podem atuar nos mais diversos segmentos do mercado, desde em hospitais, escolas, ginásios esportivos, clínicas particulares e etc.   Aliás, o trabalho do nutricionista é fundamental para o sucesso do desempenho dos atletas.   O profissional de nutrição adquire uma importância maior a cada dia, pois as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a estética, a saúde e o bem-estar do corpo.     Origem do Dia do Nutricionista   O Dia do Nutricionista é comemorado nesta data em homenagem à criação da Associação Brasileira de Nutricionistas (ABN), fundada em 31 de agosto de 1949.   Posteriormente, a ABN foi substituída pela Federação Brasileira de Nutricionista e, depois, pela Associação Brasileira de Nutrição (Asbran).

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Reunião de conselho diretor

Reuniao de Conselho Diretor do Rotary Club de Jacareí Athenas Paulista e Rotary Club de Jacareí

30 de Agosto | Dia de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla

A esclerose múltipla (EM) é uma doença inflamatória crônica, provavelmente autoimune. Por motivos genéticos ou ambientais o sistema imunológico começa a agredir a bainha de mielina (camada de gordura que envolve as fibras nervosas na substância branca do cérebro e na medula espinhal), comprometendo a função do sistema nervoso (cérebro e medula) ao atingir diversas funções ligadas ao trânsito de informações dos neurônios para o resto do corpo. Quando esse caminho é prejudicado pelas lesões provocadas pela enfermidade, essas informações se espalham gerando diversos sintomas. Os ataques, chamados surtos, são crises inflamatórias que danificam a bainha de mielina causando cicatrizes, também chamadas de placas ou lesões. Há ainda, desde o início da doença, degeneração das próprias fibras nervosas ou axônios. Os surtos ocorrem aleatoriamente, variando em número e frequência, de pessoa para pessoa. Sintomas: – fadiga; – distúrbios visuais; – rigidez; – fraqueza muscular; – desequilíbrio; – alterações sensoriais; – dor; – disfunção da bexiga e/ou do intestino; – disfunção sexual; – dificuldade para articular a fala; – dificuldade para engolir; – alterações emocionais; – alterações cognitivas. Tratamento: Embora ainda não exista cura para a EM, há tratamentos medicamentosos que buscam reduzir a atividade inflamatória e a ocorrência dos surtos ao longo dos anos, contribuindo para a diminuição do acúmulo de incapacidades durante a vida do paciente. Além do foco na doença, tratar os sintomas é muito importante para a qualidade de vida desses pacientes. Os medicamentos utilizados, bem como todo o tratamento, devem ser indicados e acompanhados pelo médico neurologista de forma individualizada. Recomendações: – embora não altere a evolução da doença, é importante manter a prática de exercícios físicos, pois eles ajudam a fortalecer os ossos, a melhorar o humor, a controlar o peso e contra sintomas como a fadiga; – quando os movimentos estão comprometidos, a fisioterapia ajuda a reformular o ato motor, dando ênfase à contração dos músculos ainda preservados; – o tratamento fisioterápico associado a determinados remédios ajuda também a reeducar o controle dos esfíncteres (músculos que controlam a eliminação de fezes e urina); – nas crises agudas da doença, é aconselhável que o paciente permaneça em repouso. A data comemorativa, instituída pela Lei nº 11.303/2.006, tem como objetivos dar maior visibilidade à doença, informar a população e alertar para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. A EM é a doença neurológica que mais afeta jovens adultos no mundo, sendo que a média de idade em que as pessoas são diagnosticadas é aos 30 anos. A enfermidade acomete mais mulheres, em uma proporção de duas mulheres para cada homem diagnosticado. No Brasil, estima-se que cerca de 35 mil pessoas convivam com a Esclerose Múltipla. A doença foi descrita pela primeira vez em 1.868 pelo médico francês Jean-Martin Charcot. Fontes: Agência Senado Associação Brasileira de Esclerose Múltipla – ABEM Dr. Dráuzio Varella Hospital Geral de Fortaleza Sociedade Brasileira de Neurocirurgia  

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Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla

Desde 2006 celebramos, em 30 de agosto, o Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla, criado para dar mais visibilidade à doença e às necessidades de seus portadores. O dia foi escolhido em homenagem à Ana Maria Levy, fundadora da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM), nascida nessa data. Estima-se que, atualmente, cerca de 40 mil brasileiros convivam com a Esclerose Múltipla. Entenda a doença e saiba quais são os sintomas a seguir. O que é? A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica que afeta o cérebro e a medula espinhal. A estrutura principal acometida são os revestimentos dos neurônios, uma substância chamada mielina. Na EM ocorrem lesões inflamatórias que afetam este revestimento, interferindo na transmissão dos impulsos nervosos, podendo causar graus variáveis de incapacidades. Muitos são os sintomas. Enquanto alguns têm crises frequentes com recuperação nos intervalos, conhecida como Esclerose Múltipla recorrente-remitente, em outros os sintomas continuam a se agravar sem recuperação, e o distúrbio é denominado EM progressiva. Quem é mais afetado? Em geral a doença se manifesta em jovens, entre os 20 e 40 anos, e as mulheres são mais acometidas, em geral de pele mais clara. Quais são as causas? A Esclerose Múltipla é um distúrbio autoimune, assim como o Lúpus ou a tireoidite de Hashimoto (a que causa o hipotireoidismo). Entretanto, a EM pode ser deflagrada por um vírus ou influenciada por fatores ambientais em indivíduos geneticamente predispostos, sendo o risco de desenvolver EM maior entre parentes próximos. Fatores de risco conhecidos incluem a menor exposição solar, sobrepeso ou obesidade na adolescência, tabagismo. Possivelmente a disbiose intestinal (distúrbio da flora intestinal) venha a ser incluída nesta categoria. E os sintomas? Os sintomas podem durar dias ou semanas e então desaparecer por meses ou anos. Podemos citar a fadiga tanto física quanto mental, problemas de concentração e memória (sobretudo de curto prazo), além de humor mais deprimido. São frequentes também turvação da visão e dolorimento dos olhos (neurite óptica), fraqueza em qualquer parte do corpo, desequilíbrio e tontura, problemas para urinar (urgência miccional, quando não aguentamos segurar muito tempo a urina ou, até mesmo, incontinência) e distúrbio de ereção nos homens. Felizmente não ocorrem conjuntamente, demorando muitos anos para irem aparecendo. Como é diagnosticada? O diagnóstico de Esclerose Múltipla é feito pelo neurologista, devendo-se descartar outras doenças. Para isso, lança mão da ressonância magnética do crânio e medula, e exames laboratoriais. Incluindo a análise do estudo do líquor (LCR). Em geral, a ressonância magnética mostra áreas anormais no cérebro e medula espinhal, que podem ser sugestivas da EM. Infelizmente não temos ainda um exame específico para esta condição. Quais são as opções de tratamento? Ainda não conseguimos curar a Esclerose Múltipla, mas os tratamentos disponíveis buscam diminuir a ocorrência dos surtos (crises), desacelerando a progressão da doença. Muito importante se corrigir a deficiência de exposição solar e de vitamina D, fazendo uso de suplementos quase que em todos os casos, para se manter níveis adequados. Hoje dispomos de medicamentos de muito alta eficácia, para os casos mais severos, que apesar de terem um perfil de segurança que exija o seguimento pelo especialista, têm proporcionado aos pacientes liberdade para tocarem suas vidas muito bem. São exemplos de medicamentos disponíveis: os injetáveis Copaxone e as Betainterferonas (Avonex, Rebif, Betaferon), além do oral Aubagio (todos medicamentos de “entrada”, assim digamos), os orais Tecfidera e Gilenya, para formas de gravidade intermediária, e os endovenosos Tysabri, Lemtrada e Ocrevus para os casos mais severos, com muitos surtos ou lesões vistas à RM de crânio.

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