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No dia 28 de agosto é comemorado o Dia Nacional do Voluntariado, data instituída no Brasil pela Lei nº 7.352, em 28 de agosto de 1985, mas que foi regulamentado somente na década de 1990 pela Lei nº 9.608. Pode-se definir como voluntário aquele que se compromete com um trabalho, ou assume a responsabilidade de uma tarefa, sem ter a obrigação de o fazer.
O trabalho voluntário surgiu como forma de a sociedade civil exercer uma cidadania ativa, contribuindo para o bem comum e interesses coletivos. Percebe-se o importante papel dos voluntários na construção de um mundo melhor, tanto que o Secretário Geral das Nações Unidas declarou que “o voluntariado é um mecanismo poderoso para envolver as pessoas, especialmente as que são deixadas mais para trás no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.”
No trabalho voluntário, cada pessoa contribui na medida de suas possibilidades e com o tempo livre de que dispõe. As formas de ação voluntária são variadas e podem ser prestadas presencialmente ou à distância: realizando ações individuais; participando de campanhas; juntando-se a grupos comunitários; trabalhando em organizações sociais; participando de projetos públicos; sendo voluntário em escolas, etc.
O Rotary conta com mais de 1 milhão e quatrocentos mil voluntários não remunerados entre Rotarianos, Rotaractianos e interactianos, estes com idade entre 12 e 18 anos, espalhados pelos 5 continentes. Somos uma rede global de líderes comunitários, amigos e vizinhos que veem um mundo onde as pessoas se unem e entram em ação para causar mudanças duradouras em si mesmas, nas suas comunidades e no mundo todo.
O Dia da Avicultura é comemorado anualmente em 28 de agosto.
A avicultura é a criação e produção de aves, com o propósito principal de obter carne e ovos, seja para consumo próprio ou para comercialização.
O Dia da Avicultura celebra e homenageia esta prática, que é uma das mais importantes economicamente para o Brasil – terceiro maior produtor de carne de frango do mundo, de acordo com o Ministério da Agricultura.
Nesta data, os avicultores – produtores de aves – aproveitam para discutir os desafios a serem enfrentados pelo setor.
Muitas pessoas acham que a avicultura se limita à produção de frangos e galinhas, no entanto também podem criar e gerar produtos a partir de gansos, avestruzes, codornas, patos, marrecos e outras aves.
Esses animais possivelmente chegaram ao país junto com os portugueses, na época colonial, em torno de 1500.
Contudo, a comercialização se deu a partir de 1860 e a criação era no sistema "caipira", com as aves soltas e demorando cerca de seis meses para o abate.
Hoje em dia, devido à industrialização e avanços na área da avicultura, o tempo de abate foi consideravelmente reduzido.
Para a população em geral, o Dia da Avicultura é importante para pensar neste segmento do agronegócio brasileiro como um impulsionador para a economia nacional.
O Dia dos Bancários é comemorado anualmente no dia 28 de agosto.
Esta data é uma homenagem a todos os profissionais que trabalham nas mais diversas funções de um banco ou demais instituições financeiras.
Os bancários são essenciais para o funcionamento desses espaços, seja atendendo os clientes, realizando transações, pagamentos, depósitos e etc.
Em alguns estados brasileiros, como a Paraíba, por exemplo, o Dia dos Bancários é considerado um feriado para os profissionais da classe. Ou seja, nesta data os bancos ficam encerrados naquele estado (Lei nº 8.939, de 27 de outubro de 2009).
Origem do Dia dos Bancários
A data de comemoração da classe bancária é uma homenagem a um momento histórico de extrema importância para esses profissionais no país.
No dia 28 de agosto de 1951, o Sindicato de Bancários de São Paulo entrou em greve após receber uma proposta de reajuste salarial insignificante do governo. Os profissionais pediam, na época, 40% de melhoria salarial e melhores condições de trabalho.
Greve dos bancários de 1951
Vários outros sindicatos por todo o território nacional aderiram à greve, no entanto, não aguentaram a pressão e acabaram por aceitar as propostas do governo, que estavam bem abaixo da média solicitada pela classe bancária.
Apenas em São Paulo os trabalhadores continuavam resistindo às pressões. Em 5 de novembro, após 69 dias em greve, os trabalhadores conseguiram um reajuste de 31% no salário. Uma grande vitória para a classe, que passou a ser perseguida depois da greve. Muitos perderam seus empregos e foram alvo de represálias.
A insistência e força dos profissionais daquela época se tornou um exemplo para toda a classe. Por isso, o dia 28 de agosto é lembrado como o Dia dos Bancários em todo o Brasil, conforme foi instituído pela Lei nº 4.368, de 23 de julho de 1964.
O Dia Nacional do Corretor de Imóveis é comemorado anualmente em 27 de agosto.
Esta data homenageia o trabalho do profissional que se dedica à mediação mobiliária, ou seja, ajudar a vender ou alugar imóveis para pessoas que estejam interessadas.
Esses profissionais são responsáveis por desenvolver o marketing das propriedades angariadas, aconselhar e investigar as melhores ofertas para os interessados nos imóveis e fornecer total suporte antes, durante e após a finalização de um processo de compra ou arrendamento.
A profissão de Corretor de Imóveis surgiu no começo do século XX, com a necessidade de ter um intermediador no processo de compra e venda de imóveis no mercado imobiliário, que se tornava cada vez mais forte.
No Brasil, os primeiros profissionais do ramo surgiram durante a presidência de Getúlio Vargas.
Origem do Dia do Corretor de Imóveis
Os corretores de imóveis lutaram por muitos anos para que a sua profissão fosse regularizada no Brasil. O primeiro registro é de 1951, com a proposta de Lei nº 1.185, enviada para o Congresso Nacional, que pedia a regulamentação da profissão e definição legal dos direitos e deveres.
No entanto, apenas em 27 de agosto de 1962, com a Lei nº 4.116, a profissão foi oficializada. Assim, foi criado o Conselho Federal e os conselhos regionais de Corretores de Imóveis (CRECI's).
O Dia do Corretor de Imóveis foi escolhido em memória desta conquista.
Porém, a lei foi revogada em 1978, acusada de inconstitucionalidade, sendo substituída pelo Decreto nº 6.530, de 4 de agosto de 2008.
Fonte: www.calendarr.com
O Dia do Psicólogo é comemorado em 27 de agosto no Brasil, porque nessa data, em 1962, foi sancionada a Lei nº 4.119, que dispõe sobre a profissão e os cursos de Psicologia. Entretanto a regulamentação da mesma foi promulgada em 21 de janeiro de 1964 pelo Decreto nº 53.464. Posteriormente, em 27 de dezembro de 2016, a publicação da Lei nº13.407 oficializou a celebração. A palavra Psicologia vem do grego - psique (alma) e logos (estudo) -, ou seja, o estudo da alma humana. Representada pelo símbolo do tridente, que possui relação com a letra psi do alfabeto grego, essa ciência surgiu no século 16, buscando compreender os indivíduos, suas angústias e inquietações.
De lá até os dias atuais, a área cresceu muito e foram criadas várias vertentes, com profissionais especializados em diferentes abordagens e atuando em diversos setores. No entanto a profissão só foi regulamenta graças à mobilização da categoria, ressaltando a importância de celebrar o Dia do Psicólogo.
CAMPOS
O profissional da Psicologia atua em diferentes campos, seja na saúde, na educação, no lazer, trabalho, na segurança, justiça, comunidade e comunicação. Ele diagnostica, previne e trata doenças mentais, distúrbios emocionais e de personalidade. É o responsável pelo auxílio da boa saúde psicológica do indivíduo. Além disso, cabe ao psicólogo estudar, pesquisar, avaliar o desenvolvimento emocional, os processos mentais e sociais das pessoas, grupos e instituições. O psicólogo não receita medicamentos, mas está apto a fazer terapias e auxiliar na prevenção e no tratamento de transtornos e conflitos de acordo com a abordagem da Psicologia na qual se especializou.
COMPREENSÃO
De forma geral, esse profissional busca compreender as diferentes facetas das emoções e do comportamento humano, visando a prevenção e a resolução de problemas de saúde mental, assim como a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Para se orientar no psicodiagnóstico e no atendimento psicológico, é tarefa do psicólogo analisar a influência de fatores hereditários, ambientais e psicossociais sobre os indivíduos na sua dinâmica intrapsíquica e nas suas relações sociais. Também é responsabilidade desse profissional elaborar e aplicar técnicas de exame psicológico, utilizando seu conhecimento e práticas metodológicas específicas, para conhecimento das condições do desenvolvimento da personalidade, dos processos intrapsíquicos e das relações interpessoais, efetuando ou encaminhando para atendimento apropriado, conforme a necessidade.
CONHECIMENTO CIENTÍFICO
O psicólogo ainda contribui para a produção do conhecimento científico da Psicologia através da observação, descrição e análise dos processos de desenvolvimento, inteligência, aprendizagem, personalidade e outros aspectos do comportamento. E participa da elaboração, adaptação e construção de instrumentos e técnicas psicológicas através da pesquisa, nas instituições acadêmicas, associações profissionais e outras entidades cientificamente reconhecidas.
ATUAÇÃO
O psicólogo desempenha suas funções e tarefas profissionais individualmente e em equipes multiprofissionais, em instituições privadas ou públicas, em organizações sociais formais ou informais. Entre os locais que o profissional da Psicologia atua, constam hospitais, ambulatórios, centros e postos de saúde, consultórios, creches, escolas, associações comunitárias, empresas, sindicatos, fundações, varas da criança e do adolescente e varas de família. Também trabalha no sistema penitenciário, em associações profissionais e/ou esportivas, clínicas especializadas, núcleos rurais, como psicotécnico e em demais áreas nas quais as questões concernentes à profissão se façam presentes.
Você conhece a história da Psicologia no Brasil?
A história da Psicologia no Brasil é marcada por diferentes períodos. O primeiro deles é o pré-institucional, caracterizado pela produção de ideias psicológicas em obras escritas durante o período colonial. Na sequência, vem o período institucional, referente à produção de ideias psicológicas em instituições criadas ao longo do século 19. Já o terceiro período é o de autonomização, relativo ao momento em que se processa a conquista e o reconhecimento da autonomia da Psicologia como ciência independente, entre a última década do século 19 e as três primeiras décadas do século 20. Por sua vez, o quarto período da história da Psicologia no Brasil é o de consolidação, caracterizado pela efetivação e o desenvolvimento do ensino, da produção de estudos e pesquisas e dos campos de aplicação, assim como o incremento da publicação de obras na área, criação dos primeiros periódicos especializados, promoção de congressos e encontros científicos e criação de associações profissionais. O quinto período é o da profissionalização, a partir da sanção da Lei nº 4.119/1962, que reconhece a profissão de psicólogo e estabelece os cursos para sua formação. E o sexto período da história da Psicologia no Brasil é o de ampliação dos campos de atuação do psicólogo e explicitação de seu compromisso social.
PRIMEIRAS CONTRIBUIÇÕES
As primeiras contribuições para o estudo da Psicologia no Brasil foram oferecidas por médicos, tendendo para a Neuropsiquiatria, a Psicofisiologia e a Neurologia. Dentro dessas instâncias, se situava a maioria das teses defendidas, entrando, não raro, a Psicologia a ser analisada em suas relações com tais campos de estudo. A partir da primeira década de 1900, as teses, os ensaios e as atividades dos médicos, saídos principalmente de faculdades do Rio de Janeiro e da Bahia, trouxeram caráter científico mais preciso e interesse psicológico mais definido, pelo uso de métodos e técnicas de Psicologia de maior objetividade e confiabilidade. Começaram, então, a surgir os laboratórios de Psicologia em hospitais e clínicas psiquiátricas. Outro importante capítulo na história da Psicologia no Brasil foi a publicação da Portaria nº 171/1949 com instruções para o funcionamento do curso de classificação de pessoal com a inclusão do item Noções de Psicologia Normal e Patológica para formação de militares. Por sua vez, em 20 de dezembro de 1961, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei nº 4.024 - regulamenta a estrutura do ensino superior e das universidades.
DIPLOMA LEGAL
E em 27 de agosto de 1962, como já mencionado, a Lei nº 4.119 trata do primeiro diploma legal específico e sobre cursos de formação de psicólogos. Posteriormente, a história da Psicologia no Brasil é marcada pela promulgação da Lei nº 5.766, de 20 de dezembro de 1971, criando os conselhos federal e regionais da profissão. Movidos pelo espírito da legislação, lhes oferecendo direitos profissionais privativos e imagem diferenciada e típica diante da opinião pública, os psicólogos brasileiros sentiram que havia chegado o momento de se unirem em classe coesa e identificada. Todas as sociedades de Psicologia foram então despertadas, de norte a sul do País, na busca desse objetivo comum.
História da Psicologia no Brasil: como se consolidou a profissão
A consolidação da profissão de psicólogo dentro da história da Psicologia no Brasil se deu em três etapas. Inicialmente, com as faculdades e escolas de medicina no século 19, quando era estudada como disciplina. O segundo período abrange desde o início da institucionalização da prática psicológica em 1890 até a regulamentação da profissão e a criação dos seus dispositivos formais nas décadas de 1960 e 1970. A partir de então, a Psicologia passou a ter um conhecimento próprio, institucionalizado e reconhecido. O psicólogo adquiriu um campo específico de atuação, ainda que compartilhado com a medicina e a educação.
ESPECIALIZAÇÃO
Nesse período da história da Psicologia no Brasil, a formação profissional organizou-se no País como uma especialização. O psicólogo deveria cursar, em seus três primeiros anos de estudos, as disciplinas de Filosofia, Biologia, Fisiologia, Antropologia ou Estatística e fazer os cursos especializados em Psicologia. Com a formação dos denominados especialistas em Psicologia, iniciou-se, oficialmente, o exercício dessa profissão. Após esse período da história da Psicologia no Brasil, a profissão de psicólogo passou a estar organizada e estabelecida. Em 27 de agosto de 1962, foi promulgada a lei nº 4.119, que regulamentou a profissão no Brasil. Também foi aprovado, no mesmo ano, o Parecer nº 403 pelo Conselho Federal de Educação, que estabeleceu o currículo mínimo e a duração do curso universitário de Psicologia.
CÓDIGO DE ÉTICA
Após a profissionalização, houve a divulgação do Código de Ética Profissional do Psicólogo dentro da história da Psicologia no Brasil. A ação resultou em uma diretiva de trabalho na área, definindo as responsabilidades e os deveres na profissão.
Os princípios fundamentais dispostos nesse documento são:
I - O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos. II - O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. III - O psicólogo atuará com responsabilidade social, analisando crítica e historicamente a realidade política, econômica, social e cultural. IV - O psicólogo atuará com responsabilidade, por meio do contínuo aprimoramento profissional, contribuindo para o desenvolvimento da Psicologia como campo científico de conhecimento e de prática. V - O psicólogo contribuirá para promover a universalização do acesso da população às informações, ao conhecimento da ciência psicológica, aos serviços e aos padrões éticos da profissão. VI - O psicólogo zelará para que o exercício profissional seja efetuado com dignidade, rejeitando situações em que a Psicologia esteja sendo aviltada. VII - O psicólogo considerará as relações de poder nos contextos em que atua e os impactos dessas relações sobre as suas atividades profissionais, posicionando-se de forma crítica e em consonância com os demais princípios deste Código.
EM TODOS OS LUGARES
Atualmente, existem psicólogos atuando em diversas áreas. Entre elas, Psicologia clínica, da educação, organizacional, do trânsito, jurídica, do esporte, ambiental, neuropsicologia e hospitalar. Criada pelo Conselho Federal de Psicologia, a frase "Psicologia em todos os lugares, com qualidade e ética" visa incentivar que psicólogos levem os saberes profissionais aos diversos espaços de atuação.
Fonte: ww.sinopsyseditora.com.br/
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