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Dia da Infância

24 de agosto é o Dia da Infância. A data tem o propósito de promover uma reflexão sobre as condições em que as meninas e meninos vivem no mundo inteiro. No Brasil, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), são consideradas crianças as pessoas com até doze anos de idade incompletos. A lei garante ainda que essa população deve ter seus direitos assegurados e as oportunidades necessárias para seu pleno desenvolvimento.   O país conquistou um importante avanço com o Marco Legal da Primeira Infância (Lei nº13.257/2016), que trouxe princípios e diretrizes para a formulação e implementação de políticas públicas voltadas a crianças de até seis anos de idade. Foi o reconhecimento de que os primeiros mil dias de vida (compreendendo a gestação e os dois primeiros anos de vida) representam uma janela única de oportunidade para o desenvolvimento neurológico, cognitivo, psicomotor e emocional das crianças.   Para o ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, a implementação do Marco Legal da Primeira Infância é uma das ações prioritárias do governo. “O investimento nos primeiros anos de vida das crianças é essencial para a formação dos indivíduos e para que eles tenham condição de realizar quaisquer projetos existenciais de vida”, afirmou.   Entre os temas abordados no Marco Legal da Primeira Infância estão o aumento da licença-paternidade para 20 dias e a inclusão do direito ao brincar e à estimulação. Também estabeleceu um conjunto de direitos para as gestantes, como proteção às mães que optam por entregar seus filhos à adoção e às mulheres grávidas em privação de liberdade. Além disso, definiu como prioridade a formação e qualificação de profissionais envolvidos com a primeira infância. Abordou ainda a necessidade de  expansão da educação infantil. “Será uma revolução social a expansão da educação infantil de 0 a 3 anos de vida, que vai definir os rumos da sociedade brasileira”, avaliou o secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério dos Direitos Humanos, Luís Carlos Martins Alves Júnior.   A principal política do governo federal para a primeira infância é o programa Criança Feliz, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social. A SNDCA/MDH monitora as ações como membro do Comitê Gestor do Programa Criança Feliz, que realiza visitas domiciliares às famílias participantes do Programa Bolsa Família. Os visitadores são capacitados em diversas áreas de conhecimento, como saúde, educação, serviço social, direitos humanos, cultura etc.

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23 de Agosto | Dia da Injustiça

Injustiça: ação e/ou comportamento que se opõe à justiça. Que viola os direitos de outra pessoa. Nesta terça (23,) celebra-se o combate à injustiça, e ainda hoje, dificilmente se encontra uma pessoa que não tenha sofrido pelo menos um ato desta natureza ao longo da vida.Há muitas situações que geram injustiça: condenar um inocente; discriminar alguém por sexo, cor, raça, religião, condição social ou orientação sexual; e outras, como o abuso de poder, a exploração do trabalho, a calúnia e a difamação, entre outros.Uma boa prática para homenagear o dia do combate à injustiça é revisar as próprias atitudes e aceitar o desafio de mudá-las, mesmo que isto represente perdas de quaisquer naturezas. Lembre-se que ao final da jornada, a única vitória possível é a felicidade de ter vivido uma experiência que contribuiu para o crescimento das pessoas e a melhoria do planeta, o que se faz com solidariedade e justiça.Então, promova a justiça! Comece por você, mas não seja tão duro. Deixe que os sentimentos bons prosperem além das festas comemorativas. Para isso, seja mais gentil, cumprimente o próximo olhando nos olhos, elogie alguém sem pretensões de receber algo em troca, abrace as pessoas que trabalham com você, entre outras ações. Faça do seu ambiente agradável todos os dias e não só nas datas comemorativas.Fonte: Porto Web , Dicio e www.tjes.jus.br/#rotaryepf#todospelapaz#junteseanos

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22 de Agosto | Dia do Folclore

O Dia do Folclore Brasileiro é comemorado em 22 de agosto. A data foi criada com o intuito de alertar para a importância e valorização das manifestações folclóricas no país. O dia 22 de agosto se refere à primeira vez em que a palavra folclore foi utilizada para fazer referência aos costumes de um povo. Isso aconteceu em 1846, quando o folclorista britânico William John Thoms (1803-1885) uniu as palavras folk, que significa "povo", e lore, que significa "conhecimento". A data foi instituída no Brasil em 1965 através do Decreto nº 56.747, de 17 de agosto de 1965. Folclore brasileiro Folclore é o conjunto de conhecimentos de um povo, tais como os costumes, crenças, parlendas, contos, mitos, lendas, adivinhas, músicas, danças e festas populares de uma cultura e região. O folclore brasileiro é fruto da união das culturas indígena, africana e europeia. No Brasil, os principais folcloristas e estudiosos sobre o tema são Renato Almeida (1895-1981), Mário de Andrade, (1893-1945) e Luís da Câmara Cascudo (1898-1986). Foram esses folcloristas que, no século XX, ampliaram o conceito de folclore e de cultura popular no Brasil. Eles deram ênfase às áreas da etnografia, etnologia e antropologia cultural, em detrimento da visão europeia. Em 1951, um documento chamado de Carta do Folclore Brasileiro foi aprovado no I Congresso Brasileiro de Folclore, realizado no Rio de Janeiro, em agosto desse ano. Dentre outras coisas, a Carta do Folclore assinalava o "fato folclórico", conceito elaborado pelos folcloristas da época: "Constitui o fato folclórico a maneira de pensar, sentir e agir de um povo, preservada pela tradição popular e pela imitação, e que não seja diretamente influenciada pelos círculos eruditos e instituições que se dedicam, ou à renovação e conservação do patrimônio científico humano, ou à fixação de uma orientação religiosa e filosófica”. Em 1995, no VIII Congresso Brasileiro do Folclore, realizado na cidade de Salvador, estudiosos sobre o tema reformulavam o conceito de folclore: “O folclore é o conjunto de criações culturais de uma comunidade, baseado nas suas tradições expressas individual ou coletivamente, representativo de sua identidade social. Constituem-se fatores de identificação da manifestação folclórica: aceitação coletiva, tradicionalidade, dinamicidade, funcionalidade.”   Fonte: www.todamateria.com.br

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Dia do Folclore

22 de agosto é o dia do folclore, comemoração que recorda o dia em que a palavra folclore foi usada pela primeira vez no ano 1846. Quem o fez foi o pesquisador britânico William John Thoms (1803-1885). O pesquisador uniu as palavras inglesas folk (que significa “povo”) e lore (que quer dizer “conhecimento”). Assim, folclore ganhou o significado literal de "conhecimento do povo" ou "aquilo que o povo faz". Como surgiu o dia do folclore no Brasil? O dia do folclore brasileiro foi definido oficialmente através do Decreto nº 56.747, de 17 de agosto de 1965, aprovado pelo Congresso Nacional. A partir de então, conforme definia a lei, o dia 22 de agosto passou a ser celebrado como o Dia do Folclore em todo o país. A preocupação em sistematizar e divulgar o folclore brasileiro ganhou força no começo do século XX no Brasil. Durante a Semana de Arte Moderna, em 1922, várias obras apresentadas tiveram como inspiração o folclore brasileiro. Anos depois, em 1947 foi criada a Comissão Brasileira de Folclore e, posteriormente, as comissões estaduais. Em 1951, o 1º Congresso Brasileiro de Folclore foi realizado.     A importância de valorizar o folclore Folclore é a cultura de um povo, o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos indivíduos de determinada nação ou localidade. A base da cultura do povo brasileiro, por exemplo, vem da mistura de povos que fizeram o Brasil. Inclui as numerosas tribos indígenas, os portugueses, os diversos povos africanos que foram trazidos, além de um sem-número de imigrantes, como alemães, italianos e japoneses. Graças a estudiosos como Câmara Cascudo, Mário de Andrade, Hekel Tavares, Inezita Barroso e muitos outros, tradições riquíssimas foram salvaguardadas. Eles recolheram estórias, cantigas e práticas medicinais e as documentaram, garantindo que não fossem perdidas, em consequência de grande parte da sua transmissão ser feita pelas gerações de forma oral.

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