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Ensinando a ler com os dedos é o tema da palestra da empresária Daniela Reis Frontera na reunião do Rotary da Tijuca desta quarta-feira, 20 de julho, às 12:30h pela plataforma Zoom. Acesso gratuito pelo link https://us02web.zoom.us/j/89252012693? senha BPV1949. Participe. Junte-se a Nós!
Refletindo e preparando uma palestra sobre Economia Circular e a responsabilidade de cada um com seu próprio consumo, me fez pensar sobre o peso das nossas escolhas diárias. Me deu uma sensação de impotência muito grande, porque eu própria não faço, por vezes, as melhores escolhas. Tem situações que acabo consumindo algo que de fato não sei a procedência e ainda tenho resquícios de uma cultura muito forte que segue pela linearidade.
Ser linear! O que isso significa? Será que por exemplo a necessidade da maioria, e principalmente os mais jovens, de consumir de forma igual, ou seja, se meu amigo tem o último modelo do Iphone, eu também TENHO que ter. O que também me remete ao Marketing que é feito para convencer cada um a consumir os produtos, mesmo não sendo uma necessidade.
Não é fácil fazer escolhas. O mundo está de uma tal forma ligado, ancorado em uma economia linear que nos remete a consumir sem precisar, usar e descartar, sem o entendimento sobre tudo que envolve a produção e a economia linear, mas isso acontece em último caso, mas... acontece.
Será que quando consumimos, paramos para pensar o porquê de termos acesso a tantas coisas enquanto mais de 50% da população mundial se encontra em estado de insegurança alimentar. Será que estamos ligados nas guerras que ainda estão em curso, o que de fato as motiva, incluindo a guerra entre Rússia x Ucrânia em 2022?
Nossas escolhas de consumo determinam o crescimento deste ou daquele movimento que SEMPRE ocorre por interesses que nunca representam a maioria e sim determinados seguimentos da sociedade que tem seus próprios interesses.
Como podemos mudar alguma coisa?
Minha reflexão!
Olho para os 17 Objetivos do desenvolvimento Sustentável da ONU em que,
“Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade.”
(https://brasil.un.org/pt-br/sdgs)
e penso que seria tão mais fácil se todos estivéssemos ligados e entendendo nossas responsabilidades, não acham?
Pois é! Para acontecer algum movimento na direção da mudança, só temos uma possibilidade, que cada um assuma as próprias responsabilidades perante as próprias escolhas. Que cada um faça a própria reflexão sobre todas as mudanças de hábitos que possam fazer para sair da linearidade de produção e consumo.
Alguns exercícios simples podem fazer a diferença, como, eu não preciso consumir na mesma medida que o meu vizinho e tão pouco eu devo me colocar como massa de manobra dos efeitos que o Marketing exerce sobre todos. O marketing é fantástico, mas não pode se sobrepor à minha vontade, ao meu discernimento e as minhas necessidades, de fato.
Quando a ONU coloca que “apoiam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil”
Ela se propõe a junto com seus parceiros no Brasil trabalhar para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. “São 17 objetivos ambiciosos e interconectados que abordam os principais desafios de desenvolvimento enfrentados por pessoas no Brasil e no mundo.”
Eu entendo que a parcela que me cabe é imensa, pois sou eu quem defino o que devo ou não consumir, como eu escolho viver (estilo de vida), como eu me posiciono politicamente, como eu busco as informações necessárias que possam contribuir com o meu entendimento sobre aquilo que posso, mas não devo, aquilo que posso, mas não é necessário, daquilo que devo escolher.
Os 17 ODS são por si só, uma gestão clara de mudança de comportamento por parte daqueles que até hoje tem praticamente todos os ODS atendidos na própria vida. É o entendimento que todos somos continuação de um grande sistema interdependente e que se hoje ainda estamos cobertos pelas ofertas que recebemos, estas ofertas claramente acontecem em detrimento das necessidades dos outros que não tem acesso as mesmas ofertas e que de verdade, tem ou teria o mesmo direito.
Reflexão! Qual é a sua escolha?
“Seja você a mudança que deseja para o mundo”.
A chegada do homem à Lua, em 20 de julho de 1969, constitui um dos maiores feitos científicos do século XX.
Em 20 de julho de 1969, dois astronautas americanos, Neil Armstrong e Buzz Aldrin, se tornaram os primeiros seres humanos a por os pés em solo lunar. Um terceiro, Michael Collins, ficou em órbita dando suporte aos companheiros.
Este feito só foi possível devido a um pesado investimento técnico-científico de 22 bilhões de dólares que envolveu mais de cem mil pessoas.
Igualmente, na década de 60, as duas potências mundiais, Estados Unidos e União Soviética, usavam a conquista espacial para fazer propaganda sobre os benefícios dos seus respectivos sistemas políticos.
Os soviéticos mandaram o primeiro homem a sobrevoar o espaço, o cosmonauta Yuri Gagarin. Sentindo que ficavam para trás na corrida espacial, o presidente americano John Kennedy lança o desafio de pousar na Lua antes do final da década de 60.
Projeto Apollo 11
Apollo 11 foi o nome do projeto e da nave espacial que levou os primeiros seres humanos ao satélite da Terra.
Consistia numa nave de 45 toneladas, composta de três módulos: comando, serviço e lunar. Ela foi lançada no bico do maior e mais potente foguete já construído, o Saturno V, com 110 metros de altura.
No momento da partida, o Saturno V pesava mais de 3 mil toneladas e a maior parte correspondia ao combustível. Este deveria queimar rápido o suficiente para impulsionar sua carga à velocidade de 40 mil quilômetros por hora.
Por sua vez, o módulo lunar tinha 4,5 metros quadrados no interior e não possuía banheiro, o que dificultou bastante a higiene dos astronautas.
Para entrar na cápsula, os astronautas fizeram uma oferta simbólica ao responsável por introduzi-los no módulo, o engenheiro Gunter Wendt. Armstrong lhe deu uma passagem de ida à Lua, Buzz, uma Bíblia com dedicatória, e Michael, uma truta empalhada.
Antes de decolar, contudo, os tripulantes precisaram fazer uma checagem em 417 pontos.
Contato com a Terra
Além da base operativa em Houston foi criada a Rede de Voos Espaciais Tripulados (MSFN, na sigla em inglês).
Esta consistia em 11 estações em terra, cinco barcos com antenas parabólicas e oito aviões para dar apoio durante o lançamento e a reentrada da Apollo 11.
Também foram construídas três grandes estações com antenas idênticas de 26 metros de diâmetro e 300 toneladas que estavam localizadas em Goldstone (Califórnia), Honeysuckle Creek (Austrália), e em Fresnedillas de la Oliva (Espanha).
Esses locais não eram casualidade, pois as estações terrenas estavam a distâncias e longitudes equidistantes para que fosse mantida a comunicação o tempo todo com a tripulação.
Decolagem para a Lua
A decolagem ocorreu em 16 de julho de 1969 às 13h32.
A trepidação foi tão forte que foi sentida num raio de 6 km. O ruído era insuportável e chegou a matar os pássaros que voavam nos arredores.
Calcula-se que um milhão de pessoas se reuniram no Cabo Canaveral (atualmente Cabo Kennedy) na Flórida para assistir o evento. Cerca de 850 jornalistas de 55 países registraram o acontecimento.
Baseado nessas informações, estima-se que um bilhão de pessoas viram a alunissagem pela TV.
Viagem à Lua
Doze minutos após a decolagem, a nave já estava fora da órbita terrestre. No dia 19, entraram no campo gravitacional da lua.
Michael Collins desprendeu o módulo lunar (Eagle), para que Neil Armstrong e Buzz Aldrin pudessem alunissar. Enquanto isso, Collins ficou dando voltas pela Lua, esperando pelos companheiros.
A alunissagem da Eagle estava prevista para acontecer no Mar da Tranquilidade (apesar do nome era uma planície).
O pouso, porém, quase acaba em tragédia, pois faltava apenas 30 segundos para o combustível terminar. Felizmente, os dois astronautas conseguiram fazer a manobra a tempo. Por isso, Neil Armstrong pousou um quilômetro além do ponto previsto.
Missão na Lua
Uma vez despressurizada a cabine, os astronautas puderam descer. Como piloto-comandante, Neil Armstrong o fez em primeiro lugar e ia descrevendo tudo o que via. Neste momento, pronunciou sua célebre frase:
Um pequeno passo para o homem. Um passo gigantesco para a Humanidade.
Aldrin se juntaria ao colega cerca de dez minutos mais tarde. Fincaram a bandeira americana e passaram a recolher pedras e pó da Lua.
Em seguida, instalaram um sismógrafo, um refletor de raios laser, uma antena de comunicação, um painel para o estudo dos ventos solares e uma câmera de TV, que funcionariam por cinco semanas.
Além dos instrumentos citados, deixaram a bandeira americana, o distintivo da missão e as medalhas dos falecidos cosmonautas soviéticos Yuri Gagarin e Vladmir Komarov.
Volta para a Terra
No dia 24 de julho, oito dias, três horas e 18 minutos depois de lançada, a Apollo 11 mergulhou no Pacífico Sul, na altura da Polinésia.
O trio ficou isolado durante três semanas a fim de garantir que não haviam trazido nenhum corpo estranho que pusesse em risco o planeta.
A NASA ainda mandaria veículos tripulados à Lua até 1972 quando a Apollo 17 fez a última viagem ao satélite terrestre. Por sua parte, a União Soviética dedicaria à pesquisa e construção de uma estação orbital que seria a percursora da Estação Espacial Internacional.
Fonte: https://www.todamateria.com.br/
Amizade é uma relação de afinidade, reciprocidade, ajuda mútua, respeito e confiança criada entre duas ou mais pessoas. Segundo Winnicott, a amizade remete às noções de intimidade, espaço potencial, reconhecimento da alteridade e concernimento.
Criar uma relação de amizade é um vínculo que se escolhe, por isso tem um peso diferente da família. Os amigos contribuem para a construção da nossa própria identidade, ideias e valores, sensação de pertencimento e objetivos de vida. Além disso, bons amigos são um antídoto para doenças físicas e emocionais. Isso mesmo, a amizade faz bem à saúde.
O Brasil comemora o dia do amigo duas vezes ao ano, em 20 de julho e 18 de abril. Só esse fato já nos mostra a força da amizade em um país que cultiva relações de parceria. Ao estudar as relações de amizade, cientistas descobriram coisas como o fato de que compartilhamos mais genes com amigos que com desconhecidos, que somos mais atraentes quando estamos com um grupo de amigos e que com apenas 9 meses de idade já entendemos o conceito de amizade.
Por que formar vínculos de amizade?
O que nos leva a formar vínculos de amizade? Em todos os estudos sobre a amizade, se reconheceu que pessoas que possuem bons amigos tem saúde melhor, menos estresse e mais sucesso reprodutivo, razão pela qual a amizade é uma característica cada vez mais comum na espécie – isso é o que assinala o cientista Carl Zimmer.
Quando criamos relações de amizade, desenvolvemos mais empatia, sentimos junto com o outro. Nos sentimos ameaçados quando nossos amigos estão em perigo, por isso nos associamos a outros da mesma espécie para prosperar.
Iniciar ou cuidar dessas relações provoca a liberação de ocitocina, hormônio que reduz os níveis de tensão e gera um efeito calmante. Independente de gênero, ter amigos é bom. As pessoas com uma rede ampla de amizades têm tensão mais baixa, sofrem menos estresse, suas defesas são mais fortes e elas têm vida mais longa. Os amigos propiciam os bons hábitos, espantam a depressão, ajudam a superar doenças e produzem satisfação, prazer e felicidade.
Vários amigos x Amigos de qualidade
Em 1993, o antropólogo Robin Dunbar, da Universidade Oxford, estudando os grupos sociais dos primatas, descobriu que cada indivíduo só pode manter até o máximo de 150 relações significativas ao mesmo tempo. Mesmo assim, a maioria dos adultos só tem dois melhores amigos.
Na era das amizades de facebook, o conceito de relações de amizade verdadeira, a partir do compartilhamento frequente de experiências e sensações reais ficou desgastado. Dos 500 amigos de facebook, podemos contar nos dedos aqueles que convivem com nossas alegrias e dores, que ajudamos sem pensar duas vezes.
Criar relações verdadeiras têm maior peso emocional do que sustentar diversas relações superficiais. Conexões feitas a partir de parceria e cumplicidade são aquelas que nos trazem maior solidez e conforto para a vida.
Ainda que muita gente acredite que ter poucos amigos gera solidão, a solidão não é sobre não ter amigos. Se sentir só independe da quantidade de pessoas que está ao seu redor. Essa sensação negativa tem muito mais a ver com não se sentir conectado, não se sentir pertencente, não gerar vínculos reais com os seres e com o mundo.
Como é uma amizade verdadeira
As práticas sociais e os sentidos da amizade, da mesma forma que os sentidos do amor, são constituídos historicamente e se transformam, dependendo das culturas e das épocas históricas.
Por isso, uma amizade considerada verdadeira pode ser muito diferente para cada pessoa e em cada período. Entretanto, a grande maioria das amizades se baseia principalmente no sentimento de empatia, ou seja, de se colocar no lugar do outro e desejar o bem. Este sentimento, muitas vezes chamado de amor genuíno, é o que faz da amizade essa relação tão leve e positiva para a vida de todos.
“A amizade é uma predisposição recíproca que torna dois seres igualmente ciosos da felicidade um do outro.” – Platão
Nesse sentido, a amizade verdadeira se mostra a partir do interesse pelo bem-estar do outro, do entendimento sem julgamento. Com um bom amigo, você é sua melhor versão. Cada ser se esforça para crescer junto, compartilha experiências, alivia as dores, escuta. Com quantas pessoas você consegue se sentir bem ao sentar em silêncio por algumas horas? Essas são provavelmente suas melhores amizades.
Criar novas conexões é fundamental
Tão importante quanto cultivar amigos do passado, criar novas relações de parceria no presente é fundamental. Você provavelmente já se reencontrou com algum amigo de muito tempo. O sentimento é de como se voltasse a se tornar a pessoa que era antes, quando o conheceu.
Esse peso que carregam os amigos de infância, a nostalgia que nos leva a outro tempo, não deixa de ser positiva. Entretanto, deve vir acompanhada de relações que reflitam novos momentos de nossas vidas.
Como somos seres transitórios, precisamos nos esforçar para criar laços com pessoas a partir de outras épocas de nossas vidas. Formar relações diferentes, sem uma bagagem do passado e com a liberdade que carrega os novos contatos.
Criar e cultivar amizades nos faz mais crescer emocionalmente, traz alegrias e saúde. Para isso, é preciso desenvolver o cuidado conosco e com os outros. Como canta Lenine:
“O que eu sou
Eu sou em par
Não cheguei
Não cheguei sozinho”.
Fonte: https://www.vittude.com/
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