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O Dia da Consciência Negra, ou Dia de Zumbi, é comemorado em 20 de novembro em todo o país. A data homenageia Zumbi, um pernambucano que nasceu livre, mas foi escravizado aos seis anos de idade.
Mais tarde ele voltaria para sua terra natal e seria líder do Quilombo dos Palmares, morrendo assassinado em 20 de novembro de 1695. Assim, Zumbi representa a luta dos negros e a consciência negra.
O que é consciência negra?
Consciência negra é o sentimento que os negros apresentam relativamente a sua história e a sua herança cultura, o que encoraja a luta negra contra a discriminação.
Por esse motivo, o objetivo do Dia da Consciência Negra é fazer uma reflexão sobre a importância do povo e da cultura africana no Brasil. Também serve para analisarmos o impacto que os negros tiveram no desenvolvimento da identidade cultural brasileira, o que podemos constatar na música, na política, na religião, na gastronomia e entre várias outras áreas profundamente influenciadas pela cultura negra.
É do conhecimento dos associados dos Clubes de Rotary, principalmente pelos seus dirigentes, dos esforços empreendidos pelos sucessivos presidentes do Rotary International, para que se quebre a marca de um milhão e duzentos mil associados, congelada há cerca de vinte anos. Seja com discursos veementes ou com metas desafiadoras, sem sucesso, o fato é que somente nesta gestão 2021/22 é que se alcançou, em 31 de outubro, os 1,4 milhões de associados em todo o mundo. O Presidente Shekhar Mehta não fixou números, mas investiu na campanha “Cada Um Traz Um”, embasada no conceito de que ser rotariano é positivo e é da responsabilidade de cada um passar essa ideia ao seu círculo de relacionamento, atraindo as pessoas para o Rotary.
Da mesma forma, com empenho equivalente, os dirigentes esmeram-se em criatividade para aumentar a arrecadação de contribuições para a Fundação Rotária, numa investida final para a erradicação da poliomielite ou nos fundos anuais que retornam parcialmente aos clubes para financiar projetos enquadrados nas sete Áreas de Enfoque. Não deixa de ser um grande desafio, uma vez que no D4571 a contribuição média por associado não alcançou US$ 40 na gestão 2020/21, comparativamente aos desejáveis US$ 100/anuais.
Um facilitador de grande importância, senão fundamental, para o crescimento da organização é o que ela transmite ao público, espelhando o comportamento, as ações de seu corpo de associados. É o rotariano que faz o Rotary. Neste ponto, entram as funções de Imagem Pública, entre elas o zelo com a Marca Rotary – que é uma responsabilidade de todos os associados –, a divulgação sobre os rotarianos em ação – que é uma responsabilidade dos clubes –, além do treinamento e capacitação nas diversas mídias, disponibilizados pela equipe distrital.
Nesse cenário, onde ficam os NRDCs (Núcleos Rotary de Desenvolvimento Comunitário)? Pois bem, estão do outro lado, fora dos clubes, mas trabalham com os clubes. São formados por não rotarianos que acreditam nos valores do Rotary e estão comprometidos com o trabalho voluntário na melhoria de suas comunidades. A palavra “empoderamento” está muito em voga nestes dias e é o que acontece quando o clube decide patrocinar um NRDC: o empoderamento dos membros da comunidade para liderarem ações que atendam às necessidades locais.
Por sua vez, o Rotary Club patrocinador aumenta a sua capacidade de fazer uma diferença duradoura, uma vez que os projetos nos Núcleos são mais sustentáveis e o impacto é aumentado a médio e longo prazos quando tem a participação dos membros da comunidade, na maior parte das vezes, envolvidos no planejamento, implementação e supervisão desses trabalhos. O NRDC ao possibilitar que o clube trabalhe com voluntários locais, abre o Rotary para um público mais amplo, ajudando a desenvolver um relacionamento mais sólido na comunidade. Talvez não exatamente nesse sentido, mas o Distrito 4571 já teve 48 NRDCs e, hoje, 35 deles estão operantes. O mais antigo é o de Adrianópolis, patrocinado pelo RC de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, fundado em 1991, há 30 anos, portanto.
A sensibilidade do RI com relação à importância dos NRDCs começou a ser percebida ainda em janeiro de 2020, com a decisão do Conselho Diretor para que o até então representante do NRDC, passe a presidente do NRDC, reforçando o grupo de liderança eleito pelos membros do Núcleo. Em relação ao clube, manteve-se a figura do conselheiro do NRDC, que deve participar das reuniões, acompanhar os trabalhos, orientar a administração, a liderança e os membros do Núcleo, mantendo o clube informado sobre as atividades realizadas e em desenvolvimento.
Pedro Roberto CauvillaDiretor Regional no Distrito 4571, Região A
Associado do Rotary Club de Guararema
Fonte: https://my.rotary.org/pt/document/rotary-community-corps-rcc-presentationhttps://www.rotary.org/pt/our-programs/rotary-community-corpshttp://daf.rotary.org/pt/rotary-community-corps-lets-volunteers-tap-rotary
O Dia da Bandeira é comemorado anualmente em 19 de novembro, e não é feriado.
A comemoração da bandeira recorda o dia 19 de novembro de 1889, data em que a bandeira republicana nacional foi instituída como a bandeira oficial do Brasil.
A Bandeira do Brasil simboliza a pátria e a união entre os estados e desde o início serviu para aumentar o sentimento de união entre todos os brasileiros.
A história do Dia da Bandeira do Brasil
No dia 19 de novembro de 1889, o recém-instalado governo republicano do Brasil trocou a antiga bandeira imperial, que vigorou durante 67 anos, pela bandeira da República.
A nova bandeira, desenhada pelo pintor brasileiro Décio Rodrigues Villares, foi inspirada na bandeira do império, que havia sido desenhada pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret.
A bandeira do Brasil manteve o retângulo verde e o losango amarelo, com algumas alterações. A Faixa branca, onde se lê "Ordem e Progresso", e 21 estrelas numa esfera azul foram inseridas na criação da nova bandeira.
No dia 11 de maio de 1992 a bandeira brasileira passou a ter 27 estrelas, no lugar de 22, de forma a incluir os novos estados da federação, como prevê a Lei n. 8.421, de 11.05.1992, que determina que os novos estados devem ser representados por estrelas.
Campanha Natal Solidário, visa arrecadar através de seus parceiros e companheiros do clube a doação de aves de natal para atender pessoas em vulnerabilidade social.
Muito se discute ultimamente acerca da melhor forma, do melhor método para o crescimento ou até a retenção do número de associados do Rotary. São ações necessárias para mantermos viva a chama da existência e continuidade da nossa organização.
Percebo claramente em diversos Clubes, que os novos associados não assumem cargos, não são envolvidos, não são inseridos nos rituais, nas tarefas, seja por qual motivo for. Isso é muito ruim para o processo de aprendizado, crescimento, integração, engajamento, pois eles acabam não tendo a oportunidade de testar suas respectivas competências e aí possivelmente nos deparamos com um eventual talento desperdiçado, não percebido, não aproveitado.
Isso se aplica também aos associados antigos. Há companheiros nos Clubes que são verdadeiras figuras decorativas, limitando-se a pagar a mensalidade e ir às reuniões. Em alguns casos nem isso acontece. Há associados que pensam que doar um volume financeiro para a Fundação Rotária isenta-os de participar das atividades administrativas e projetos. Doar recursos financeiros é tão importante quanto, colocar a mão na massa, “pegar o boi pelos chifres”, dar o exemplo fazendo e não apenas saindo nas fotografias.
A idade média dos rotarianos é alta, como sabemos e, embora sejamos ativos, animados, os Clubes não deveriam deixar os cargos sob a responsabilidade das mesmas pessoas, gestão após gestão, geralmente aqueles companheiros mais antigos, pela experiência, conhecimento das normativas do Rotary, etc. Os referidos companheiros são verdadeiros “carregadores de piano”, mantendo com pouco ou nenhum apoio, o funcionamento dos Clubes. É preciso ousar para manter a continuidade, pois nenhum de nós viverá para sempre.
A minha vida profissional me mostrou uma realidade dolorosa certa vez, quando, diante de uma oportunidade de crescimento, meu superior me disse com todas as letras, que eu não seria promovido porque não havia ninguém na equipe para me substituir. Isso me custou caro e desde então adotei a estratégia de preparar sucessores, contratar profissionais com diversidade de conhecimentos e que pudessem me substituir a qualquer momento na organização.
Da mesma forma vejo a estrutura dos Clubes, pois é preciso desenvolver os novos associados, para que os cargos não fiquem eternamente sob a responsabilidade das mesmas pessoas. Só assim conseguiremos ter sempre companheiros aptos ao exercício de qualquer cargo.
Não tenho a receita do bolo, mas quando exerci a Presidência do Rotary Club de Bangu, nos períodos 2019-20 e 2020-21 montei a equipe considerando sempre um novo entrante, deixando como segundo, um companheiro mais experiente. O Diretor de Protocolo do período 2019-20 atuou como Secretário em 2020-20 e atualmente é o Presidente do Clube. O Secretário do período 2019-20 atuou como Diretor de Protocolo em 2020-21 e será o Presidente do Clube no próximo período.
A ideia é sempre dar uma atribuição ao novo entrante, deixando um companheiro mais antigo na retaguarda. Isso faz com que o novo associado seja obrigado a se envolver, ler, estudar, sempre com a segurança de ter o apoio necessário, caso precise.
Nos dois períodos em que estive na presidência do Rotary Club de Bangu recebi indicações de pessoas interessadas em conhecer a nossa organização e mesmo limitado pela pandemia, fiz o primeiro contato por telefone, convidei para um bate papo virtual comigo (via zoom), convidei para as nossas reuniões virtuais, sempre buscando mostrar ao interessado como a nossa organização funciona e o bem que faz a humanidade, através de seus projetos.
Compartilhei com vocês dois singelos exemplos de sucesso, pois um já é associado do Clube há um ano e o outro tomará posse, logo mais, em 24/11/2021.
Dá trabalho! Dá prazer! Dá orgulho!
Marcos Cerqueira AcrucheDiretor Regional no Distrito 4571, Região D
Associado do Rotary Club do Rio de Janeiro-Bangu
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