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Setembro Amarelo é o mês (de 1 a 30 de setembro) dedicado à prevenção do suicídio. Trata-se de uma campanha, que teve início no Brasil em 2015, e que visa conscientizar as pessoas sobre o suicídio, bem como evitar o seu acontecimento.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, o que significa que o suicídio mata mais brasileiros do que doenças como a AIDS e o câncer.
O assunto é envolto em tabus, por isso, a organização da campanha acredita que falar sobre o mesmo é uma forma de entender quem passa por situações que levem a ideias suicidas, podendo ser ajudadas a partir do momento em que as mesmas são identificadas.
"Se você precisar, peça ajuda."
Se você estiver com sérios problemas e chegar a considerar o suicídio, pode procurar ajuda entrando em contato com o Centro de Valorização à Vida (CVV).
Esse é um projeto que fornece apoio emocional e prevenção do suicídio. Através de telefone, e-mail e chat 24 horas todos os dias da semana, eles atendem de forma voluntária e gratuita todos que precisam conversar. O serviço é totalmente sigiloso.
Ligue 188
O site do CVV é www.cvv.org.br.
Realizamos, em parceria com a Casa Santo Expedito, a doação de utensílios de cozinha para a Casa da Infância de Aparecida.
Essa doação foi realizada com parte do valor arrecadado na Feijoada Solidária!
Agradecemos a Casa Santo Expedito pela parceria e a todos que colaboraram coma Feijoada!
No artigo anterior procurei chamar a atenção das questões geopolíticas do território do Distrito 4.571, destacando genericamente alguns aspectos. Considerando que agora já temos uma boa ideia do tamanho de nossa complexidade, discutirei um pouco mais sobre questões específicas, sugerindo mecanismos que possam minimizar ou até mesmo resolver alguns problemas localmente. Começarei destacando as questões relacionadas à vegetação da Mata Atlântica.
Como já foi dito no artigo anterior, toda a área geográfica de Mata Atlântica (fig.1) encontra-se protegida pela Lei da Mata Atlântica e o Decreto que a regulamenta (Lei nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006 e Decreto nº 6.660, de 21 de novembro de 2008). Deste modo, obviamente, a maior parte da grande degradação ambiental sofrida pela vegetação natural primitiva da região aconteceu antes da existência de qualquer lei que se preocupasse com a proteção dos ecossistemas naturais. Aliás, cabe lembrar que o Brasil foi “descoberto” em 1500, com a chegada da esquadra de Pedro Álvares Cabral, no Sul da Bahia, exatamente em área do Bioma Mata Atlântica e foi a partir dali que começou a exploração dos recursos naturais do país. Deste modo, a Mata Atlântica, desde o início da colonização brasileira, foi o Bioma mais explorado e dizimado do Brasil.
Figura 1 – A Mata Atlântica e seus principais tipos de vegetações.
Se não bastasse isso, a ocupação do território brasileiro a partir da Bahia, se deu na direção Norte-Sul e assim foi gradativamente sendo ocupado o Nordeste, o Sudeste e o Sul, ou seja, toda área abrangida pela Mata Atlântica, que primitivamente era uma grande floresta (na verdade são vários tipos de vegetações específicas), que se estendia pela faixa leste do Brasil, desde o Rio Grande do Norte, até o Rio Grande do Sul. Esse Bioma abrangia uma área com mais de 1.110.000 km² e totalizava 15% do território nacional. Hoje, existe apenas cerca de 12% do Bioma, por conta do excesso de desmatamento, da ocupação e da exploração indevida e inconsequente.
Cerca de 70% da população brasileira vive no domínio da Mata Atlântica. Só para ter uma ideia do que isso representa, reflitam sobre o fato de que existe Mata Atlântica em 17 estados brasileiros e que 40 das 50 cidades mais populosas do Brasil estão neste domínio. Nos 521 anos de história após o descobrimento, a Mata Atlântica chegou ao colapso, ocasionando a extinção em várias áreas, e obviamente, é impossível o retorno à condição primitiva. Porém, algumas ações podem ser muito úteis para garantir a nossa permanência nessas áreas já dizimadas. Os clubes rotários certamente podem agir nesse sentido.
É possível desenvolver projetos de restauração de pequenas áreas naturais degradadas, como:
Reflorestamento de áreas de matas ciliares;
Proteção de nascentes;
Recuperação de pequenas áreas erodidas e
Formação de pequenos corredores ecológicos.
Projetos para melhorar as condições de áreas urbanas e suburbanas, enfatizando o plantio de espécies nativas:
Planos de Arborização;
Desenvolvimento e restauro de praças;
Criação de Bosques e Parques Urbanos.
A utilidade ambiental, social e espiritual dessas ações têm grande importância para o ser humano citadino e ainda servem como atrativos à fauna, principalmente as aves, que progressivamente voltam aos ambientes urbanos.
Se, em cada município, os clubes rotários se alinharem como parceiros do poder público na recuperação das nascentes e dos rios urbanos, com o simples plantio de árvores no entorno e nas margens, já serão produzidos grandes resultados à qualidade de vida local, propiciando um clima mais ameno, uma redução significativa da poluição atmosférica e hídrica, além de uma perda menor de água. Certamente isso trará mais saúde aos cidadãos.
Por outro lado, a promoção de simples eventos educativos em escolas e centros comunitários com os jovens, visando aprimorar a educação ambiental deles, também são ações que produzem significativos resultados e que tendem a garantir um futuro ambientalmente correto dos centros urbanos.
São coisas simples e de pouco custo, que trazem resultados incríveis e melhoram ambiental e socialmente a vida de todos. Conversem com os companheiros de seus clubes e dos outros clubes da cidade, e proponham parcerias às prefeituras para desenvolver algumas dessas pequenas tarefas. Se houver necessidade de recursos, lembrem-se que agora o Meio Ambiente é uma das áreas de enfoque do Rotary International e que pode ser possível conseguir alguma coisa mais sofisticada com recursos financeiros oriundos da Fundação Rotária.
Enfim, não vamos mais ter a Mata Atlântica primitiva, mas podemos ter uma qualidade de vida melhor e mais agradável do que a que temos, se resolvermos nos envolver mais seriamente nesses aspectos relacionados à recuperação e restauração de ambientes.
Pensem nisso, porque certamente nossos municípios precisam e as gerações futuras antecipadamente agradecem a colaboração.
Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571
Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema
Uma responsabilidade de todos nós
Como sabemos, em seu calendário anual o Rotary designa setembro como o Mês da Educação Básica e Alfabetização, destacando assim a importância que atribui ao tema – da maior relevância para alcançarmos a paz positiva que a nossa organização defende.
É óbvio que, sem níveis adequados de educação, as comunidades são afetadas e o direito fundamental a uma vida digna é relegado.
Sem educação, não há Estado de bem-estar e, sem este, não há Estado de direito – e, em consequência, a paz é abandonada, dando lugar a conflitos de vários tipos que afetam a vida de pessoas e nações.
A educação deve ser cuidada, uma vez que ela é um direito natural, pois se trata de um componente essencial do direito à vida. Nenhuma forma de exclusão, portanto, deve ser admitida, devendo se estabelecer uma ação permanente que reúna esforços de caráter inclusivo.
Especificamente na América Latina, alcançar níveis adequados de educação é uma tarefa pendente para direcionar nossas nações a um futuro melhor, que as tornem sociedades legitimamente livres e democráticas e, ao mesmo tempo, capazes de competir no mundo de hoje, no qual a educação, a tecnologia e a cultura aumentam, cada vez mais, as lacunas da desigualdade.
Conscientes disso, nós rotarianos trabalhamos pela educação e a abordamos como uma das nossas sete áreas de enfoque, e ansiamos por um maior envolvimento dos setores público e privado nessa cruzada que é responsabilidade de todos.
Julio Silva-Santisteban OjedaDiretor do Rotary International, 2021-23
fonte: http://revistarotarybrasil.com.br/uma-responsabilidade-de-todos-nos/
No dia 9 de agosto 2021, o mundo recebe o 6° relatório de avaliação das alterações climáticas do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), intitulado como sendo um novo “banho de realidade”.
Custo acreditar que alguns estejam recebendo o “banho de realidade” e penso que estes mesmos, ALGUNS, vão ignorar e rebater afirmando ser exagero ou crendices ou absurdos e que o planeta sempre passou por processos de mudança e que agora não é diferente.
Mas para redigir o relatório, foram lidos e analisados 14mil artigos científicos assinados por 243 cientistas de 66 países. Será que estão todos errados ou com segundas intenções?
Independente do cenário ou da crença de cada um, o planeta deve aquecer 1,5 graus até 2040 e torna – se fato que este resultado é consequência da influência humana e que o ritmo é sem precedentes.
Algumas consequências já não são mais evitáveis pois estão em curso como o recuo ou degelo das geleiras que causam elevação do nível do mar, que é o maior dos últimos 2mil anos.
E também os eventos extremos que que vêm se tornando mais frequentes e mais intensos.
A emissão de gases do efeito estufa é o ponto crucial ou o vilão desta história. É o resultado do nosso estilo de vida, dos modos de produção e de geração de energia. Este processo teve seu início a partir da revolução industrial.
Está mais do que claro que fomos nós seres humanos que criamos o problema e somos nós que DEVEMOS resolver ou pelo menos amenizar o problema, como também somos nós que vamos sofre as consequências.
É sabido que a pandemia que estamos atravessando, também está ligada às vulnerabilidades que estamos criando para a sobrevivência da nossa espécie no planeta.
A humanidade vem atingindo níveis importantes de conhecimento tecnológico que nos permite fazer escolhas por modelos produtivos e de vida mais condizentes com a nossa realidade. Portanto, CLARO que existe SOLUÇÃO! Sempre temos solução, depende única e exclusivamente de vontade política pois os recursos tecnológicos estão disponíveis.
A vontade política não está restrita aos políticos e sim a todos nós que fazemos diariamente as nossas escolhas de consumo e nossas escolhas por estilos de vida, isto é um ato político.
Cabe a cada um de nós olhar para o conteúdo deste relatório e identificar as nossas responsabilidades e assumir um compromisso de mudar nossos próprios hábitos e de fazermos melhores escolhas.
Tudo na vida é consequência de alguma ação. Faça a sua ação consciente do que está em jogo para você e para o coletivo, pois já é hora de entender que somos UM! Nada acontece dissociado do todo, portanto o olhar deve ser abrangente e consciente de que realmente somos todos UM.
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