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Secretário-geral, António Guterres, gravou mensagem sobre efeitos de desastres naturais para profissionais de assistência humanitária em várias partes do mundo; 19 de agosto é a data do ataque terrorista à sede da ONU em Bagdá, em 2003, que matou 22 pessoas incluindo o brasileiro Sergio Vieira de Mello.
As Nações Unidas lançaram a campanha “The Human Race” ou Corrida Humana para celebrar o Dia Mundial dos Trabalhadores Humanitários, neste 19 de agosto.
O chefe da organização, António Guterres, divulgou uma mensagem de vídeo destacando os efeitos de desastres naturais para quem atua no terreno todos os dias levando assistência humanitária pelo mundo.
Conflito
O secretário-geral lembra que, em todo o mundo, os trabalhadores humanitários enfrentam ameaças crescentes. Nos últimos 20 anos, tiroteios, sequestros e outros ataques a organizações humanitárias aumentaram 10 vezes. De janeiro até agora, pelo menos 72 trabalhadores humanitários foram assassinados em zonas de conflito.
Em novembro, a ONU realiza a Conferência sobre Mudança Climática, COP-26, em Glasgow, na Escócia.
Uma das maiores preocupações da organização é o aumento da temperatura acima da marca de 1.5oC.
A emergência climática tem causado caos pelo mundo numa escala impossível de gerenciar para os trabalhadores de assistência humanitária.
Ação
António Guterres acredita que a campanha pode convencer mais líderes internacionais.
Ele lembra que ao usar o#[hashtag] TheHumanRace, ou a Corrida Humana, o seu exercício diário ajudará a enviar uma mensagem aos líderes globais de que a ação climática não pode deixar ninguém para trás.
O Dia Mundial dos Trabalhadores Humanitários é uma homenagem a todos que dedicam suas vidas à assistência humanitária.
A data foi escolhida em tributo a 22 funcionários da organização que perderam a vida em Bagdá, capital do Iraque, em 19 de agosto de 2003.
Naquele dia, a sede da ONU foi alvo de um ataque terrorista no qual foi assassinado também o então chefe da Missão da ONU no país, o brasileiro Sergio Vieira de Mello.
foto: Acnur/Omotola Akindipe
fonte: ONU News
DESCARTE SOLIDÁRIO | Lixo Eletroeletrônico
Os resíduos sólidos são grandes problemas dos núcleos urbanos na atualidade e, dentre esses, os resíduos eletrônicos são os mais difíceis de tratar por vários aspectos: alguns são de grande porte, tem componentes contaminantes, não se encontram lugares corretos para o descarte e vai por aí afora. Nesse sentido, orientar e cuidar para que as pessoas possam descartar esse tipo de resíduo, além de ser bom para o Meio Ambiente, também se constitui numa questão de utilidade pública, porque facilita a vida da população.
O rotariano Anderson Ferreira Oliveira do Rotary Club de Volta Redonda, desenvolveu um mecanismo interessante que, além de orientar no procedimento para o descarte correto desse tipo de material, ainda pode produzir algum lucro para os Clubes e entidades socioambientais envolvidas no processo. Sendo assim, o evento desta quinta-feira (19) às 18h30, certamente será bastante orientador.
Para os Clubes interessados em desenvolver projetos ambientais, a palestra inaugural poderá ser muito proveitosa, uma vez que contarão com a oportunidade de reforçar seus caixas a partir de recursos oriundos da venda desse tipo de material.
A parceria do Rotary International Distrito 4.571 e empresa GreenEletron foi firmada recentemente após a demonstração de várias edições de sucesso da aplicação do projeto pelo companheiro Anderson. Pessoas em Ação, acreditem e venham participar conosco. Quem sabe seu município também possa se incluir nesse sucesso.
Ainda dá tempo de se inscrever:https://www.rotary4571.org.br/evento/1565
Seu Clube, sua comunidade e você só terão o que ganhar!
Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571
Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema
Aprenda a equilibrar o uso da tecnologia na sua rotina
À medida que a tecnologia se torna cada vez mais presente em nossas atividades diárias, fica difícil evitar distrações das tarefas importantes. Sabendo disso, decidimos compartilhar esse artigo com dicas de como alcançar um equilíbrio em seu dia a dia, buscando o que chamamos de bem-estar digital.
A tecnologia tornou-se crucial em nossas vidas. Com ela, nos mantemos informados, conhecemos novos lugares e produtos, mantemos contato com pessoas queridas, nos inspiramos e nos entretemos.
O uso de novas tecnologias também nos permite aprender, trabalhar, fazer compras, pagar contas, fazer consultas médicas, ajudar e conhecer outras pessoas, entre milhares de outras atividades cotidianas. A grande questão, entretanto, é: qual o nível de controle que temos sobre a tecnologia e tudo que ela alcança?
Com raras exceções, a maioria de nós está gastando cada vez mais tempo on-line. Um estudo da empresa Zenith mostrou que, em 2019, um adulto passava cerca de 3 horas e meia por dia usando a internet em seu telefone. Já uma pesquisa recente realizada pela DoubleVerify em 5 países indica que, a partir da quarentena de 2020, as pessoas passam, em média, 7 horas consumindo conteúdo todos os dias. Esse tempo de tela inclui telefone, TV e outras formas de mídia digital.
Muitos de nós estamos mais ou menos conscientes dos limites e do quanto as tecnologias têm um impacto insalubre sobre nossa saúde física e mental, e também sobre nossas relações sociais. Mas sabemos que nem sempre é fácil se desconectar.
Segundo a publicação RescueTime: How to clear out your digital clutter and find focus and calm in 30 days (2020), em média, uma pessoa:
verifica o e-mail ou chat a cada 6 minutos ou menos;
usa mais de 56 app e ferramentas ao dia;
dedica-se a tarefas multiplas pelo menos 40% do seu dia
Diante desse cenário, o movimento do bem-estar digital, que busca incentivar o bom aproveitamento do tempo, começou a ganhar força em todo o mundo. Existem diferentes ferramentas que permitem aos usuários monitorar e restringir o tempo que passam em seus aparelhos, e o objetivo é ajudar as pessoas a exercitar uma espécie de "desintoxicação digital", para equilibrar o uso da tecnologia com o resto de suas atividades do dia a dia.
Maggie Stanphill, Diretora de UX no Google, comenta esses esforços: "Realizamos pesquisas com pessoas em todo o mundo para entender melhor suas necessidades e trazer essa visão para o processo de design do produto, a fim de tornar a tecnologia mais útil e menos intrusiva". O interesse dela pelas pessoas e seus comportamentos é sua maior motivação para desenvolver o bem-estar digital.
Ela também destaca quatro ferramentas que podem ser utilizadas pelas pessoas: empoderamento, conscientização, controle e adaptabilidade. E destaca uma solução prática: "Percebemos que poderíamos ajudar as pessoas a dormir mais, tornando nossos produtos mais versáteis. Foi assim que criamos o modo Hora de Dormir, no qual os usuários podem ativar recursos como 'Escala de cinza' e 'Não perturbe' e bloquear todo o uso de dados por intervalos de tempo determinados".
Conviver melhor com a tecnologia, manter o foco no que realmente importa, ser capaz de se desconectar e alcançar um equilíbrio consciente entre a conectividade e a desconexão digital são desafios para todos. A prioridade deve ser fazer com que os dispositivos e apps que usamos diariamente estejam alinhados com nossas necessidades e façam parte de rotinas mais saudáveis. A pergunta é simples: você controla a tecnologia ou a tecnologia controla você?
autora: Paz García PastormerloColaboradora do Think with Google
Nos últimos anos, cada vez mais se tem ouvido falar nas questões ambientais planetárias. O aquecimento global e o consequente aumento do número de fenômenos catastróficos, o excesso consumo e o uso indevido dos recursos naturais, a degradação ambiental e perda da biodiversidade natural do planeta, talvez sejam os mais significativos exemplos. Mas, as questões ambientais são inúmeras e recorrentes em todo o mundo, seus temas estão sempre crescentes na mídia e órgãos de opinião pública. Entretanto, fica a pergunta: o que tem sido feito para minimizar essas questões?
Pois então, se, por um lado, muitos estão atentos aos problemas, por outro lado, poucos estão, de fato, trabalhando pelas soluções, mormente os países pobres, menos desenvolvidos e com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Países que ainda carecem de conhecimento científico e tecnológico, de informações verdadeiras sobre as questões ambientais e até mesmo de interesse sobre essas questões. Muitos desses países, sequer, consideram a existência real das questões ambientais planetárias e seguem suas lutas cotidianas constantes pela melhora de suas respectivas economias, tentando sair da pobreza e da miséria, sem considerá-las.
Na outra ponta, encontram-se os países ricos, mais desenvolvidos e com alto IDH, nos quais a questão econômica já é menos evidente, porque a qualidade de vida da população humana local está relativamente bem estabelecida e onde a chamada “consciência ambiental” parece ser mais efetiva. Nesse grupo, o interesse pelas questões ambientais é maior, mas ainda está bem longe de ser consenso e de gerar efetiva consciência entre os diferentes segmentos da população.
Pois então, a ideia do desenvolvimento sustentável e da sustentabilidade, além de serem necessidades reais para o suporte planetário e para a manutenção da vida humana, surgiu como mecanismo funcional capaz de fazer com os dois grupos distintos de países se manifestassem conjuntamente nas ações ambientais e se ativessem às preocupações planetárias de maneira semelhante, obviamente, consideradas as respectivas diferenças. Porém, como o “bicho homem” é complicado, ninguém quer ceder absolutamente nada e assim, ninguém quer ter menos, se puder ter mais. Assim, os ricos, não negociam a possibilidade de deixarem de serem mais ricos e os pobres querem, de uma hora para outra, também ficarem igualmente ricos.
No meio desse disputa tola e insolúvel, todos se esquecem que existe o planeta Terra, nossa única “casa” e grande “mãe”, que nos abastece de tudo que precisamos e que está cada vez mais carente de recursos, por conta exatamente de nosso uso irresponsável, incoerente e inconsequente. Nesse momento conflitante o Rotary, usando de sua sabedoria acumulada em 116 anos de história e de Internacionalidade, como entidade humanitária responsável, consciente e preocupada com a humanidade e o planeta que ela ocupa, resolve interferir e dar sua demonstração de que é preciso sim, se envolver e participar efetivamente das questões ambientais.
Deste modo, os rotarianos do mundo inteiro são conclamados a colaborar com o planeta Terra, dando sua parte de contribuição através da nova área de enfoque para desenvolvimento de projetos, que é a área do meio ambiente. Companheiros rotarianos, o Rotary International nos apresenta o caminho a seguir e o nosso exército, composto por mais de um milhão e duzentos mil soldados espalhados pelo mundo tem a obrigação de participar dessa nova luta rotária.
As questões ambientais não são apenas mais umas questões humanitárias. Na verdade, elas são as mais importantes questões humanitárias atuais e os rotarianos precisam estar cientes desse fato e envolvidos na busca de soluções para essas questões. Nós rotarianos, somos exemplos em nossa comunidades e assim, temos a obrigação de nos posicionarmos no sentido de minimizarmos cada vez mais os problemas ambientais planetários.
Certamente, nós, sozinhos, não teremos poder para estancar os problemas, mas através de colaborações e de projetos, ainda que modestos, poderemos demonstrar o quanto a humanidade necessita da Terra e o quanto ainda teremos que fazer para que ela continue sendo a nossa “casa” e nossa “mãe”. Vamos, pois, trabalhar pela causa ambiental em nossos clubes rotários e em nossas comunidades, demonstrando o nosso envolvimento em favor do meio ambiente e do planeta, sempre na procura e no objetivo de “servir para transformar vidas”.
Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571
Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema
Para que um projeto humanitário seja eficaz, é essencial identificar os pontos fortes, as necessidades e os recursos de uma comunidade. Ao conhecê-la mais a fundo, você descobrirá ótimas oportunidades para ações sociais e maximizará a capacidade de seu Clube de causar impacto localmente.
A base de todos os projetos humanitários, sejam eles de pequeno ou grande porte, está na identificação de soluções para os problemas de uma comunidade. Por isto, é essencial realizar uma análise de necessidades para obter a confiança dos beneficiados, promover um senso de responsabilidade pelo projeto e garantir sua sustentabilidade.
Segundo Sarriera¹ (2010), uma análise de necessidades de uma comunidade exige uma adequada planificação, ou seja, é imprescindível a familiarização com a comunidade, através de um processo de aproximação e diálogo, de mútua aprendizagem e de respeito. O conhecimento da comunidade, de seu espaço físico, seus costumes e seu cotidiano, facilitará a inserção e o diálogo para o levantamento de necessidades e a abertura necessária para que essas possam ser analisadas com liberdade. Esta atividade de análises seguirá durante todo o processo de ação comunitária, buscando transformar as necessidades percebidas (cognitivamente), em necessidades sentidas (cognitiva e afetivamente, ou conscientizadas).
Junto ao levantamento de necessidades e problemas, é necessário identificar os recursos com os quais conta uma comunidade.
Um primeiro aspecto é o conhecimento das instituições que estão em sua região, e com as quais no futuro poderão estabelecer redes de apoio.
Um segundo aspecto é a avaliação destas instituições pelos próprios responsáveis, pelos membros da equipe investigadora e pelos próprios usuários.
Um terceiro aspecto são as expectativas que se têm sobre esses serviços e seu potencial de contribuição para a comunidade.
Geralmente, a comunidade, por falta de consciência e organização, deixa de se beneficiar de recursos que poderiam auxiliar em seu desenvolvimento. Concluindo, considera que uma análise de necessidades de uma comunidade deva enfocar três dimensões básicas:
As necessidades: sentidas, percebidas e inferidas;
Os problemas mais preeminentes e as formas de resolução dos mesmos que a comunidade propõe;
O levantamento dos recursos que esta comunidade possui (institucionais, pessoais, redes), ou pode ter acesso (SARRIERA, 2010).
Dante Bachi JuniorPresidente da Subcomissão Distrital de Subsídios e Projetose da CADRE Distrital, 2021-22
(¹) Sarriera, J. C. (2010). Análise de necessidades de um grupo ou comunidade: a avaliação como processo. In: J. C. Sarriera & E. T. Saforcada (Orgs.). Introdução à psicologia comunitária: bases teóricas e metodológicas (pp. 141-154). Porto Alegre: Sulina.
Um grupo de estudantes e de jovens profissionais na cidade brasileira de Curitiba, capital do Paraná, está promovendo a sustentabilidade como chave para uma recuperação resiliente pós-pandemia. A equipe faz parte da Rede Jovem da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad. O representante do grupo, Matheus Felipe Falasco, explica que para garantir que “as gerações futuras tenham uma vida digna e de alta qualidade, é essencial a transição para uma sociedade sustentável”.
Os Clubes de Rotary, Rotaract e Interact discutem sobre o tema e entram em Ação nas comunidades com as quais interagem. Com a aproximação do Dia Internacional da Juventude que será celebrado neste 12 de agosto, fica a dica para que os Clubes de Rotary intensifiquem as reuniões conjunta com o Rotaract e Interact a fim de ampliarem o conhecimento e ações sobre o tema da Agenda 2030. As Nações Unidas destacam como os jovens podem trazer soluções para a problemas globais. Por meio de visitas on-line e conversas nas redes sociais é possível ensinar práticas sustentáveis para ajudar com o cumprimento da Agenda 2030.
Década da Ação
“A gente trabalha com educação, principalmente um dos nossos projetos tem esse intuito de conscientizar os jovens sobre a importância do desenvolvimento sustentável, mas não para aí. A gente quer que de fato o jovem coloque a mão na massa e possa, além de identificar esses problemas, ele possa criar soluções.”
O representante do grupo Unctad, Matheus Felipe Falasco, explica que para garantir que “as gerações futuras tenham uma vida digna e de alta qualidade, é essencial a transição para uma sociedade sustentável”. A sétima Área de Enfoque: Meio Ambiente, do Rotary International corrobora com a afirmação de Falasco. As pessoas com menos de 30 anos representam quase um terço da população global. Para o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, os jovens são “campeões da sustentabilidade”.
créditos: adaptação de Florence Westergardfonte: Onu Info
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