Conta Individual:
Atualização dos dados pessoais
Inscrição individual em eventos
Cadastro de acompanhantes
Pagamento de mensalidade
Consulta de atas do clube
Recuperação via quiz
Você sabia que este ano cada clube só precisa cadastrar UM evento para o Dia Mundial de Combate à Pólio?
A mudança foi feita para estimular a participação de um número maior de clubes em cada país.Verifique com o presidente do seu clube se alguém já fez o cadastro no site https://www.endpolio.org/pt/register-your-event. Se ainda não tiver sido feito, não perca tempo e cadastre o evento do seu clube!O clube que cadastrar seu evento, campanha de arrecadação de fundos ou atividade promocional até 14 de outubro ganhará acesso à Atualização Global do Rotary uma semana antes do Dia Mundial de Combate à Pólio. O programa será veiculado em 24 de outubro no Facebook do Rotary e no website endpolio.org.O Brasil tem liderado o cadastro de eventos para o Dia Mundial de Combate à Pólio nos últimos cinco anos. Vamos trabalhar juntos para sermos líderes em 2021 também!Se o cadastro do seu clube já foi feito, incentive outros clubes de seu distrito a fazerem o mesmo!Em caso de dúvidas, consulte o coordenador End Polio Now da sua região.Juntos, nós combatemos a pólio! 🤝
Fonte: Rotary International Brazil Office
O Unyclub tem se dedicado para adequar seus processos às exigências da Lei 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais - LGPD).
Prezamos pela transparência e fazemos o possível para manter os dados pessoais de nossos usuários seguros, utilizando-os com o único propósito de fornecer nossos serviços da melhor maneira possível, dentro daquilo que fora acordado com nossos usuários.
Como forma de manter nosso compromisso, criamos este espaço para que os visitantes possam consultar nossas políticas, nossos termos de uso, bem como acompanhar as ações que estamos realizando para prestar sempre um serviço de qualidade, visando sempre a proteção dos dados daqueles que depositaram sua confiança em nossa equipe.
Confira abaixo o LINK dos nossos Termos de Uso e Políticas de Privacidade:
🔹 Política de privacidade - Web Site
🔹 Política de privacidade - Aplicativo
🔹 Termo de compromisso de dirigente de clube digital
🔹 Termo de compromisso de dirigente de clube
🔹 Termo de consentimento para tratamento de dados pessoais (LGPD)
🔹 Termo de consentimento para tratamento de dados pessoais (menor de idade)
Atenção Presidentes 2021-22
A implementação da LGPD, junto aos meio digitais que o Unyclub disponibiliza aos Clubes e Distritos de Rotary no Brasil, requer que CADA CLUBE, revise em conjunto com os associados o documento Termo de consentimento para tratamento de dados pessoais (LGPD).
Solicito que o documento seja apresentado aos associados, em reunião, registrado em ata, deixando-os cientes de que o Distrito e o Clube fazem uso destas informações através da plataforma do Unyclub.
O termo deve ser assinado e arquivado na secretaria do Clube (ou do Clube Padrinho no caso dos Interacts Clubs) para possíveis esclarecimentos futuros.
Perda de Senhas
Segundo as novas regras da LGPD, em caso de perda das senhas geradas para acesso à plataforma Unyclub, a nova senha não pode ser igual às últimas 6 senha já utilizadas anteriormente para acesso à plataforma. Em caso de dúvida os associados devem entrar em contato com os dirigentes responsáveis do próprio Clube.
UnyclubSistema de Gerenciamento de Clubes e Distritos de Rotary
Nós rotarianos temos o hábito importante e fiel de comemorarmos as datas, mormente aquelas de maior significado para os locais onde estamos geograficamente localizados. Pois então, por conta disso, vou dar uma parada momentânea com os textos orientativos aos Clubes de Rotary sobre o desenvolvimento de projetos na área ambiental e vou aproveitar para destacar algumas peculiaridades do mês de setembro, que são de grande significado para todo o Distrito 4.571.
Setembro é um mês ambientalmente interessante e importante porque, a partir do dia 22, saimos do Inverno e adentraremos no período da Primavera (“Primeiro Verão”), a Estação das Flores, cujo significado é representado como um novo ciclo de nascimento da vida. O Inverno se caracteriza pelos dias longos e frios e a Primavera pelos dias e noites iguais e mais quentes. Aqui no Brasil, não se percebe muito a diferença entre o Inverno e a Primavera devido a nossa condição tropical. Isto é, nossa posição geográfica na Zona Tórrida e nossa proximidade com a Linha do Equador.
Na época de Primavera, além dos dias se igualarem às noites, praticamente tudo fica naturalmente mais bonito, porque o aumento da temperatura favorece a reprodução da maioria das plantas e os ambientes se encontram mais floridos e perfumados, tanto nas áreas naturais como nas áreas construídas, urbanas ou rurais. Os animais que estavam hibernando ou que apenas se escondiam do frio, começam a reaparecer voltando às suas atividades. Os pássaros e os insetos surgem mais facilmente e pululam em grande quantidade nos diferentes ambientes.
Mas, nós, aqui no Distrito 4.571, além da chegada da primavera, temos um motivo a mais para comemorar. Todos nós já sabemos que, quase todo o nosso distrito rotário, salvo o extremo norte e parte do leste litorâneo do Estado do Rio de Janeiro, dependem diretamente das águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. Pois então, é exatamente sobre duas datas referentes a esse aspecto, nossa Bacia Hidrográfica, que eu vou discorrer um pouco.
O Rio Paraíba do Sul, além de dar nome, também é o maior (1.130 Km de extensão) e o principal curso d’água da Bacia Hidrográfica. No passado, o Rio Paraíba do Sul, resultava do encontro natural entre dois outros rios: o Rio Paraitinga, que nasce no município de Areias (aproximadamente a 1.800 metros de altitude) e o Rio Paraibuna que nasce no município de Cunha (aproximadamente 1.600 metros de altitude), ambos na Serra do Mar - Estado de São Paulo. Esses dois rios corriam paralelamente pelas encostas da Serra do Mar, no sentido sul e se encontravam naturalmente no município de Paraibuna.
O encontro natural hoje não existe mais, porque desde a década de 1970, toda essa área faz parte do grande lago artificial da Represa de Paraibuna, onde os dois rios desaguam.
Barragem de Paraíbuna.
Deste modo, hoje o Rio Paraíba do Sul, “nasce” a partir da Usina Hidrelétrica de Paraibuna.
Aqui "nasce" o Rio Paraíba do Sul - Usina de Paraibuna.
Como já foi dito, o Distrito 4.571 é quase totalmente abastecido pelas águas dessa Bacia Hidrográfica, que ainda abastece, parte do Sudeste de Minas Gerais e grande parte da Região Metropolitana de São Paulo. Cabe ressaltar ainda, que, mais de 62% da água de toda a Bacia Hidrográfica se encontra represada nesse imenso reservatório de Paraibuna.
Reservatório de Paraibuna.
No seu começo, o Rio Paraíba, continua se dirigindo no sentido sudoeste, mas um pouco mais abaixo, no município de Guararema, ele encontra a Soleira de Arujá (um maciço rochoso), o qual não consegue transpor e faz uma volta “Cotovelo de Guararema”, mudando totalmente de sentido e seguindo agora a noroeste. Assim, atravessa a ponta leste do Estado de São Paulo e todo o Estado do Rio de Janeiro, até desaguar no Oceano Atlântico no Distrito de Atafona, no município de São João da Barra.
Aqui no Estado de São Paulo, através de legislação estadual, no dia 22 é comemorado o Dia do Rio Paraíba do Sul (Lei nº 12.094 de 11 de outubro de 2005) e no dia 23 o Dia das Nascentes do Paraíba do Sul (Lei nº 13.887 de 15 de dezembro de 2009). Essas duas datas, embora sejam datas comemorativas do Estado de São Paulo, na verdade, são datas muito mais importantes para o Estado do Rio de Janeiro, pois são os cariocas e fluminenses que mais dependem das águas do Rio Paraíba do Sul.
O nosso Distrito 4.571, com 20 milhões e outros quase 10 milhões de pessoas de parte de Minas Gerais e de São Paulo só se mantém graças ao Rio Paraíba do Sul e sua Bacia Hidrográfica. Sendo assim, reforcemos nosso voto de compromisso com a manutenção da qualidade e da quantidade dessas águas para o bem de nossa região e dos cerca de 30 milhões de pessoas que delas dependem. Companheiros, nossa Carta do Seminário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito 4.571 à Sociedade, publicada em 27 de fevereiro de 2021 não pode ser esquecida.
Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571
Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema
Segundo a Itaú Social¹ (2021), os investimentos em projetos sociais ocupam cada vez mais destaque na agenda da iniciativa privada. As ações das empresas nesse campo evoluíram da caridade para as ações definidas como Investimento Social Privado (ISP).
Nesse cenário, para a Itaú Social (2021), o monitoramento e a avaliação ganham ainda mais importância para subsidiar a gestão no aprimoramento de projetos e para otimizar a alocação de recursos. Estes instrumentos são cruciais, ainda, para apoiar as organizações no desafio de serem efetivas e criativas no enfrentamento a problemas sociais complexos:
Os Monitoramentos e as Avaliações, não estão restritas a apenas um método de pesquisa e são fundamentais para qualificar o processo de tomada de decisão;
Um bom Monitoramento e uma boa Avaliação propicia ampla prestação de contas não só aos financiadores, como aos participantes do projeto e à sociedade em geral. Desta forma, contribui para o aumento da transparência e permite uma tomada de decisão mais focada na adequação das estratégias e processos ao contexto, bem como na criação de novas iniciativas.
Realizado pelo Grupo de Instituto Fundações e Empresas – GIFE², com seus associados, desde 2001, o Censo GIFE é uma pesquisa bienal, quantitativa, auto declaratória e voluntária, que fornece um panorama sobre recursos, estrutura, formas de atuação e estratégias das empresas e dos institutos e fundações empresariais, familiares e independentes que destinam recursos privados para projetos de finalidade social. Ao apresentar as principais características e tendências nas práticas do investimento social e da filantropia, o Censo GIFE presta suporte ao planejamento, estruturação e qualificação da atuação dos investimentos sociais (Portal de Dados do Investimento Social - MOSAICO³,2021).
Em relação ao Monitoramento, Figura 1, o Censo GIFE 2018, perguntou: Qual a principal área/equipe responsável por coletar essas informações?
Figura 1: Área/Equipe Responsável por Coletar as Informações. Fonte: MOSAICO (2021).
Também, com relação a Avaliação, Figura 2, o Censo GIFE 2018, perguntou: De maneira geral, qual o grau de importância dos objetivos das avaliações de projetos/programas realizadas pela organização respondente?
Figura 2: Grau de Importância dos Objetivos das Avaliações. Fonte: MOSAICO (2021).
A Fundação Rotária nitidamente acompanha a maioria dos Institutos, Fundações e Empresas, associadas ao GIFE. Em seu suplemento: Plano de Monitoramento e Avalição de Subsídios, encontram-se: “os critérios padronizados da Fundação Rotária para cada área de enfoque, além de terminologia padrão, definições e métodos de medição. A utilização destes critérios ajuda a Fundação a monitorar o trabalho e os respectivos resultados de rotarianos em todo o mundo, e a divulgá-los a partir das mesmas definições usadas por outras organizações sem fins lucrativos”.
De muita importância, para quem submete um pedido de subsídio a Fundação Rotária, o suplemento aponta etapas de Monitoramento e Avaliação, como segue:
Estabelecimento de metas claras para o projeto;
Identificação dos critérios padronizados da Fundação Rotária que se aplicam;
Identificação de critérios adicionais específicos;
Estabelecimento de dados preliminares e métodos que serão usados para coletar os dados;
Apresentação do plano no pedido on-line de subsídio;
Coleta de dados durante o projeto e monitoramento do progresso;
Avaliação dos dados e envio dos resultados para o relatório on-line. Modificação da documentação para incluir resultados reais.
Diante do exposto, e, com relação ao monitoramento e avaliação de projetos de subsídios propostos à Fundação Rotária, deve-se entender como necessário e muito útil, principalmente para o fortalecimento da confiabilidade de nossa Fundação.
Dante Bachi JuniorPresidente da Subcomissão Distrital de Subsídios e Projetos,e da CADRE Distrital, 2021-22
(¹) https://www.itausocial.org.br/programas/fortalecimento-da-sociedade-civil/monitoramento-e-avaliacao-2/(²) https://gife.org.br/(³) https://mosaico.gife.org.br/censo-gife/monte-seu-grafico?contexto=org&grafico=q6
A Equipe de Suporte a Clubes e Distritos está sendo desabilitada para redefinir senhas de usuários do Meu Rotary por questões de segurança e privacidade de dados, segundo a nova Lei da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).
Os usuários que perderem ou bloquearem os dados de login deverão seguir os protocolos do site, que estão disponíveis no seguinte tutorial https://www.youtube.com/watch?v=MQcYK-9pfRY.
Em caso de dúvidas ou dificuldades entrar em contato diretamente através do e-mail [email protected].
O departamento de dados será o canal exclusivo para suporte ao Meu Rotary, contando com uma equipe especializada de aproximadamente 100 funcionários para tanto.
Salientamos que os chamados levam cerca de 7 dias úteis para solução. Portanto, antecipem a checagem do login e considerem esse tempo reposta para suas necessidades.
Contamos com a sua compreensão e colaboração ao atendimento desse novo protocolo.
Equipe de Suporte a Clubes e Distritos (CDS)Fonte: Rotary International Brazil Office
Companheiros no artigo anterior falamos sobre as formas mais simples e mais comuns dos Clubes de Rotary intervirem na proteção da vegetação no âmbito de seus municípios, desenvolvendo projetos de arborização, recuperação e restauração de áreas urbanas. Entretanto, existem outras maneiras mais efetivas e talvez, muito mais interessantes e eficazes dos clubes atuarem, quanto ao auxílio ao Meio Ambiente e à manutenção da qualidade de vida, que é trabalhando no sentido de proteger e ampliar as áreas florestadas naturais existentes.
Muitos municípios ainda possuem grandes áreas de matas naturais, na maioria das vezes secundárias ou terciárias, porém nativas. Isto é, florestas relativamente novas, mas que se desenvolveram naturalmente. Pois então, atualmente, muitas dessas áreas são as que mais sofrem pressões, principalmente imobiliária, para a implantação de grandes empreendimentos. Embora, grande parte dessas áreas já seja legalmente protegida pelo Código Florestal e por outras leis Federais ou Estaduais, ainda assim, existem projetos que se aproveitam de brechas da legislação ou da “benesse” de certos administradores públicos ou mesmo que se beneficiam diretamente das embustices de alguns picaretas de plantão, que acabam permitindo a criação de mecanismos alternativos para desmatar e ocupar essas áreas.
Algumas vezes, até áreas definitivamente impróprias por oferecem de riscos acentuados de acidentes acabam sendo utilizadas. Não importa qual seja a situação ambiental, o “empreendedor” não quer saber, e obviamente ele afirma que consegue dar um jeito na situação e assim, progressivamente essas áreas vão sendo reduzidas até se exterminarem totalmente. Tenho certeza de que todos os companheiros têm exemplos desse tipo de situação, porque essa é, infelizmente, uma coisa bastante comum nos nossos municípios.
Pois então, é possível evitar que isso aconteça. Basta transformar essas áreas em Unidades de Conservação de Proteção Integral dos Municípios. Isto é, o município estabelece uma lei que determina que aquela determinada área é um Parque, uma Reserva, um Santuário, um Monumento Natural que precisa ser protegido e isso garantirá que a área fique intocada definitivamente, porque qualquer tentativa em contrário será negada e qualquer ação degradadora efetiva será um crime. Sim, mas os Clubes de Rotary não têm o poder de laborar leis. Assim, o que os Clubes têm a ver com isso? Onde e como eles podem atuar e ajudar?
Primeiramente vou explicar melhor o que vem a ser uma Unidade de Conservação. Segundo O Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC (Lei Federal nº 9.985, de 18 de Julho de 2000) considera que “uma Unidade de Conservação (UC) é um espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção”.
O SNUC também estabelece dois tipos básicos de Unidades de Conservação: UC de Proteção Integral, englobando 5 categorias, onde nada pode ser feito, além da proteção e da pesquisa científica e UC de Uso Sustentável, englobando 7 categorias onde alguns usos são permitidos, desde que mantida a área conservada. A definição da categoria da UC é consequência dos próprios estudos de implantação das Unidades, que acaba se auto definindo pela sua conformação socioambiental. Muitos municípios ainda têm áreas específicas que podem e devem ser definidas como Unidades de Conservação de ambas as categorias.
É óbvio que os Clubes de Rotary não fazem leis, mas eles são compostos por pessoas (rotarianos) que são líderes profissionais em suas respectivas comunidades e que podem exercer grandes pressões políticas nas populações locais, nas entidades e organizações sociais (ONGs) e principalmente nas Prefeituras e nas Câmaras Municipais. Desta maneira, os Clubes podem sugerir a criação de Unidades de Conservação Municipais ou apoiar e incentivar outras entidades e organizações (ONGs) que estejam interessadas na definição dessas Unidades de Conservação no Município.
O crescimento do número dessas áreas é tarefa ambiental importantíssima para a proteção de ecossistemas naturais, manutenção de bancos genéticos nativos e de guarda eterna de belezas cênicas. Os Clubes de Rotary como entidades e os rotarianos como cidadãos certamente podem atuar nessa área, prestando grandes serviços à sociedade, sem gastar praticamente nenhum recurso financeiro. Além disso, os Clubes de Rotary podem e devem seguir acompanhando e fiscalizando as Unidades de Conservação que ajudaram a criar, fazendo parte dos respectivos Conselhos Gestores das unidades.
Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571
Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema
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